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sábado, 21 de fevereiro de 2009

ENTENDENDO O CUMPRIMENTO HISTÓRICO NO APOCALIPSE


ESCLARECIMENTOS IMPORTANTES:

Para um melhor entendimento sobre o estudo escatológico, achamos por bem esclarecer os seguintes pontos:

No texto de Apocalipse 17.6-18 lemos a interpretação dada pelo Anjo ao apóstolo João, com relação à figura da mulher e da besta que a leva, a qual possui 7 cabeças e 10 chifres (poder para reinar), assim: "(...) E vi que a mulher estava embriagada do sangue dos santos e do sangue das testemunhas de Jesus. E, vendo-a eu, maravilhei-me com grande admiração. E o anjo me disse: Por que te admiras? Eu te direi o mistério da mulher e da besta que a traz, a qual tem sete cabeças e dez chifres. A besta que viste foi e já não é, e há de subir do abismo, e irá à perdição. E os que habitam na terra (cujos nomes não estão escritos no livro da vida, desde a fundação do mundo) se admirarão vendo a besta que era e já não é, mas que virá. Aqui há sentido, que tem sabedoria. As sete cabeças são sete montes, sobre os quais a mulher está assentada. E são também sete reis: cinco já caíram, e um existe; outro ainda não é vindo; e, quando vier, convém que dure um pouco de tempo. E a besta, que era e já não é, é ela também o oitavo, e é dos sete, e vai à perdição. E os dez chifres que viste são dez reis, que ainda não receberam o reino, mas receberão o poder como reis por uma hora, juntamente com a besta".

Devemos considerar os seguines aspectos na interpretação histórica desta profecia, a saber:

1º - A Besta que subiu do mar possui sete cabeças e dez chifres (Ap 13.1): O número sete representa a totalidade do sistema mundial, em todas as épocas, que culminará com o advento do Anticristo no final dos tempos. E os dez chifres representam dez reis (reinos) que procedem dos seis reinos anteriores, especialmente do Império Romano, que é o quarto animal da profecia de Daniel 7:22-27, que, também, possui os dez chifres.

2º - Em relação às sete cabeças. Do ponto de vista histórico, podemos afirmar, de acordo com a revelação dada pelo Anjo (Ap.17.6-13), que elas, simbolicamente, representam os grandes impérios mundiais, a saber:

i) "Cinco já cairam": historicamente, são os cinco impérios mundias passados: Conforme citação do anjo ao apóstolo João, (Ano 95 d.C.), 5 (cinco) já caíram. Na época, já haviam passado os grandes impérios mundiais que são: 1º o império Egípcio (Período de 2850 a 1085 a.C); 2º o Assírio (séculos IX ao VII a.C.); 3º o Babilônico (606 a 536 a.C.); 4º Medo-Persa (536 a 323 a.C.) e 5º Grego-Macedônico (323 a 64 a.C).

ii) "Um existe" que era o Império Romano. Na época em que vivia o apóstolo João, Dominiciano (Ano 81-96 d.C) era o tirano imperador Romano. O império romano continuou seu domínio no Ocidente, no período de 64 a.C. a 476 d.C, e no Oriente indo até 1.453 d.C., representado, simbolicamente, pelas duas pernas da estátua do sonho interpretado por Daniel, (Dn 2.31-33;), e, que também representa o quarto animal em Daniel cap. 7. 7-8, 15-27.

iii) "Outro ainda não é vindo; e, quando vier, convém que dure um pouco de tempo": Corresponde ao novo “império mundial”, ou “a nova ordem mundial”, que está representada na figura da besta que sobe do mar (Ap.13.1-10), mas que também é o oitavo rei (Ap.17:11), ou o Anticristo.

3º. Em relação aos dez chifres (Ap 13.7,12). Como foi dito acima, eles representam o governo mundial ainda em formação, pois está reservado para o tempo do fim “por uma hora” Ap.17.12), que correspondem, também, aos dedos do sonho da estátua interpretado por Daniel (Dn 2.40-43); e os 10 chifres do quarto animal visto pelo referido profeta. (Dn 7.7-8).

a) Dentre estes chifres surgirá uma “ponta pequena”, o Anticristo (Dn.7:7,8,19-27). Como está escrito: "(...) A besta que era, e já não é, é ela também o oitavo” (reino), e é dos sete, e vai a perdição", (Dn.7:24-25; Ap 17.11). A "ponta pequena" que é o oitavo reino, é procedente dos “sete reinos”, um unido aos outros, e é o Anticristo, o qual é “diferente dos reinos anteriores e vai a destruição” (Dn 7.7; Ap.17:7-13).

b) Esta besta (Ap.13.1; 17.7-17) governará juntamente com as dez pontas ou 10 reinos. Porém, o governo dos dez chifres será apenas de “uma hora”, isto é, pouco tempo (Ap.17:12). Então, na metade da semana (Dn 9.27) haverá uma ruptura entre a oitava ponta (a ponta pequena em Dn 7.7-8) e os dez chifres, dos quais cairão três reis (Dn.7:24-25), cuja ruptura dará início à Grande Tribulação. Podemos entender, como explicado anteriormente, que o período da grande tribulação se restringe a três anos e meio, ou “um tempo, dois tempos e metade de um tempo, ou mil duzentos e sessenta dias, ou quarenta e dois meses”, como esdtá escrito em: Dn.7:25; 12:7; Ap.11:3; 12:3-6, 14; 13:5.

4º) O governo da besta perdurará até a volta do Senhor Jesus (Ap 1.7). Com a vinda de Jesus Cristo em glória (a parousia) para a implantação do Reino Milenial (Dn.2:34, 42-45; Ap. 1.7; 16:10-16; 19:11-21 20.1-6), após a grande tribulação, o poder político da besta será destruido. (2ª Ts 2.8-9).

5º) O mistério da mulher - Um mistério na bíblia é uma verdade antes oculta nos conselhos divinos, mas que só é revelado no tempo determinado por Deus - é um segredo desvendado -. O apóstolo João identfica-a com Roma, a cidade eterna, "a grande meretriz que prostituio os reis da terra" (Ap 17.1-2), a qual está localizada entre sete colinas. assim: "(...) E a mulher que viste é a grande cidade que reina sobre os reis da terra". "(...) Aqui há sentido, que tem sabedoria. As sete cabeças são sete montes, sobre os quais a mulher está assentada. E são também sete reis: cinco já caíram, e um existe; outro ainda não é vindo; e, quando vier, convém que dure um pouco de tempo". (Ap 17.9-10). Nela está inserida, atualmente, a ciadade Estado do Vaticano, (um estado dentro do outro na mesma área geográfica) unidos, e que influencia, diretta ou indiretamente, os principais governos de origem latina ocidental e oriental . (Ap 17.4-8, 18).

6º) "Os dez chifres que viste e a besta, estes odiarão a meretriz e a farão devastada e despojada (..)", Ap 17.3-6, 16). No final dos tempos surgirão dois sistemas sincretizados e goblalizados onde Satanás disfarçadamente reina, (Jo 5.43; 12.31; 14.3o), e que se manisferão assim:

i) A 1ª besta ou a Babilônia política (Ap 13.1; 17.8-17). A Babilônia política é a última forma confederada do poder político-econômico mundial gentio, no final dos tempos; e,

ii) A 2ª besta ou a Babilônia eclesiástica (Ap 17.1-7, 16-18). A Babilônia eclesiástica é todo cristianismo apóstata, sincretizado, que se unirá com outras grandes religiões mundiais, elegendo um chefe supremo que é o "falso profeta" da 2ª besta. (Ap 13.11). Por isto que ela aparece montada na 1ª besta política que tem "sete cabeças e dez chifres", como está escrito assim: "O anjo, porém, me disse: Por que te admiraste? Dir-te-ei o mistério da mulher e da besta que tem as sete cabeças e os dez chifres, e que leva a mulher (a meretriz) (Ap 17.7ss ...)".

iii) A meretriz será destruida totalmente, (Ap 17.1-11, 15-16). Finalmente, a Babilônia eclesiástica será destruida pela Babilônica política, para que só esta última (a 1ª besta que subiu do mar Ap 13.1), seja "objeto de adoração como se fosse Deus, no templo de Deus", através do Anticristo, "o homem do pecado, o filho da perdição" (2ª Ts 2.3), "a ponta pequena" (Dn 7.8), e o falso Profeta (Ap 13.11). (Is 14.12-17; Mt 24.15; 2ª Ts 2.3-4; 1ª Jo 4.3; Ap 13.3-8, 15).

Conclusão - Ainda há tempo para quem quizer receber a graça salvadora de Jesus Cristo, sair das trevas do pecado e entrar no reino de Deus. Isto significa converter-se, nascer do Espírito Santo, ser nova criatura e viver eternamente com Cristo o nosso Senhor. (Jo 1.11-13; 3.1-7, 16; 5.24; 2ª 5.17). Conforme o apelo feito pelo o Senhor: "Ouvi outra voz dizendo: Reirai-vos dela povo meu, para não serdes cúmplices em seus pecados, e para não participardes dos seus flagelos; porque os seus pecados se acumularam até ao céu, e Deus se lembrou dos atos iníquos que ela praticou", (Ap 18.4). Portanto, tome uma decisão certa agora, saindo do mundo (kosmos) onde Satanás reina, entrando no reino eterno de Deus em Cristo Jesus (Cl 1.12-14). Amém! (Continua).>>>>>

sábado, 26 de abril de 2008

As igrejas e o sincretismo religioso


O Sincretismo religioso é um fenômeno existente no contexto social pós-moderniade, onde o relativismo e o individualismo induzem às mudanças rápidas dos valores tradicionais e absolutos baseados na Palavra de Deus e na ética cristã, por uma nova ordem de valores sincretizados e secularizados. Vejamos alguns pontos importantes sobre o sincretismo religioso que atingem às igrejas neste contexto, a saber:

a) Definição do Sincretismo

Segundo o dicionário de Aurélio, a palavra sincretismo vem do gr. synkretismós que significa: "1. tendência à unificação de idéias ou de doutrinas diversificadas e, por vezes, até mesmo inconciliáveis; 2. Amálgama de doutrinas ou concepções heterogêneas; 3. Ou, também, a fusão de elementos culturais diferentes, ou até antagônicos, em um só conjunto, continuando perceptíveis de alguns sinais originários".

b) A apostasia das igrejas sincretizadas.

Na pluralidade do sincretismo religioso, as igrejas sincretizadas passam a ser um “supermercado” de opções e satisfações do religioso mais exigente, individualista, indiferente e descompromissado com a igreja de sua origem geradora de sua fé. Tais igrejas passam a ser inchadas em quantidade pelo fermento velho da malícia e da hipocrisia, sem qualidadade e sem compromisso com a Verdade Bíblica. Vejam o cuidado do apóstolo Paulo neste sentido, repreendendo e exortando a igreja em Corinto contra a impureza, a fim de que os valores éticos cristãos não se corrompessem: "1Geralmente, se ouve que há entre vós fornicação e fornicação tal, qual nem ainda entre os gentios, como é haver quem abuse da mulher de seu pai. 2Estais inchados e nem ao menos vos entristecestes, por não ter sido dentre vós tirado quem cometeu tal ação. 3Eu, na verdade, ainda que ausente no corpo, mas presente no espírito, já determinei, como se estivesse presente, que o que tal ato praticou, 4em nome de nosso Senhor Jesus Cristo, juntos vós e o meu espírito, pelo poder de nosso Senhor Jesus Cristo, 5seja entregue a Satanás para destruição da carne, para que o espírito seja salvo no Dia do Senhor Jesus. 6Não é boa a vossa jactância. Não sabeis que um pouco de fermento faz levedar toda a massa? 7Alimpai-vos, pois, do fermento velho, para que sejais uma nova massa, assim como estais sem fermento. Porque Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por nós. 8Pelo que façamos festa, não com o fermento velho, nem com o fermento da maldade e da malícia, mas com os asmos da sinceridade e da verdade. Já por carta vos tenho escrito, que não vos associeis com os que se prostituem. (..) Mas Deus julga os que estão de fora. Tirai, pois, dentro de vós a esse iníquo. (1ª Cor 5.1-9, 13). Portanto, é o "fermento velho da malícia e da hipocrisia" que corrompe toda massa religiosa das igrejas, o qual deve ser expurgado.

c) O crente passa a ser um nômade religioso.

O crente religioso passa a ser um nômade, de igreja em igreja, de festividade religiosa em festividade religiosa, de show evangélico em show evangélico. Passa ser um religioso da festiva adaptando-se cada vez mais ao mundo das opções religiosas, que sufoca as convicções doutrinárias da sua fé, em substituição cínica de novos padrões, valores flexíveis, sem ética, moral, espiritualidade e tradição. Torna-se maleável, volúvel, eclético, circunstancial, sem fé na verdade, sem convicção e firmeza. Esquecendo-se que a Palavra de Deus é imutável, insubistituível, absloluta e não relativa sujeita às mudanças como se fosse oriunda do pensamento humano. Ela é, absolutamente, imutável, como disse Jesus: "o céu e a terra passarão, mas as minhas palavras não hão de passar". (Mt 24.35).

d) O crente passa ser um consumidor religioso, egoista.

As satisfações destes tais são mais sociais e materiais. Procuram as Igrejas para resolver egoisticamente, hedonisticamente, convenientemente, os seus problemas materiais, sociais, econômicos e até políticos. É como Jesus disse: "(...) Na verdade, na verdade vos digo que me buscais, não pelos sinais que vistes, mas porque comestes do pão e vos saciastes. Trablhai, não pela comida que perece, mas pela comida que permanece para a vida eterna, a qual o Filho do homem vos dará (...). (Jo 6.26-27). Assim caminhando na base desses interesses secularizados, sufocam, pisam, desprezam os valores eternos, espirituais e morais exarados na Palavra de Deus. Leiam: Mt.13:20-22. Então, enveredam no caminho fácil do sincretismo religioso, perdendo a convicção da sua fé e da sã doutrina, que passa ser coisa superada do passado e já não serve mais para a era moderna do presente.

e) A vida cristã passa ser eclética e secularizada.

A vida cristã desses tais passa ser sintonizada mais com o mundo (kosmos) secularizado do que com a Igreja de Cristo Jesus. Deste modo acontece um antagonismo pernicioso entre a igreja e, o reino de Deus, que “...Não é comida nem bebida, mas, justiça, paz e alegria no Espírito Santo” (Rm.14:17). Como sabemos a palavra igreja, do grego "ekklesia", quer dizer: "os que foram tirados para fora" do mundo (kosmos), portanto, não pertencem mais ao sistema malígno gerido por Satanás, nem deve se amoldar aos valores mundanos corrompidos. Pela Palavra de Deus entendemos que Satanás é o príncipe regente desse mundo (kosmos), como disse Jesus a seus discípulos: "(...) Já não falarei muito convosco; porque se aproxima o príncipe deste mundo, (kosmos), e nada tem em mim". (Jo 14.30). "(...) Se vós fosseis do mundo (kosmos), o mundo amaria o que era seu, mas, porque não sois do mundo (kosmos), antes eu vos escolhi do mundo, por isso é que o mundo vos aborrece". (Jo 15.19). Disse, também, o apóstolo João: (...) Não ameis o mundo, nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele. Porque tudo o que há no mundo, (kosmos), a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberda da vida, não é do Pai, mas do mundo. E mundo passa, e sua concupiscência; mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre". (1ª Jo 2.15-17). Portanto, não podemos compartilhar com o sistema mundano organizado e sincretizado por Satanás, em detrimento ao Reino de Deus!

f) O crente, indiferente, morno, que não é nem frio nem quente . (Ap 3.15-16).

Em Cristo Jesus, não se pode ter um coração dividido entre dois pensamentos e dois caminhos, indefinido, indiferente, caracterizando ter uma mornidão espiritual e religiosa, como diz a Palavra de Deus, assim: “EU SEI AS TUAS OBRAS, QUE NEM ÉS FRIO NEM QUENTE: OXALÁ FORES FRIO OU QUENTE! ASSIM, PORQUE ÉS MORNO, E NÃO ÉS FRIO NEM QUENTE, VOMITAR-TE-EI DA MINHA BOCA” Ap.3:15-16. “NÃO PODEIS SERVIR A DEUS E MAMOM” (Mt. 6:24). Tem que haver uma posição coerente e bem definida com respeito a Cristo, à Sua Palavra e à Sua Igreja. Esta opção é feita, evidentemente, pelo amor a Cristo, à Sua Palavra e à Sua Igreja. Jesus elogia o crente fiel com estas palavras: "(...) Bem está, servo bom e fiel. Sobre o pouco fostes fiel, sobre o muito te colocarei; entra no gozo do teu Senhor" ( Mt 25.21, 23).

g) Jesus expulsou o vendilhões do templo por venderem produtos religiosos. (Mc 15.11-18)


Zeloso e indignado contra a profanação do templo em Jerusalém, Jesus expulsou os vendilhões que vendiam e compravam, fazendo da "Casa do Senhor", uma casa de negócio, invertendo a ordem dos valores religiosos por interesses, meramente, mercantilistas, como está escrito assim: "(...) Não permitia que ninguém atravessasse o templo, levando qualquer objeto, e ensinava dizendo: Não está escrito que a minha casa será chamado casa de oração para todos as nações? mas, vós tendes feito um covil de salteadores". (Is 56.7; Mc 11.17). Desta maneira Jesus inpugnou a profanação do templo, reinvidicando a santidade e a ordem estabelecida.

terça-feira, 11 de março de 2008

Apostasia, um sinal dos tempos


Apostasia vem da palavra grega “Apostassia” quer dizer “afastamento”, ou abandono deliberado da crença na fé cristã anteriormente defendida. Exemplos: 1ª Tm 4.1-3; 2ª Tm 3.1-9; 4.1-5; 2ª Ts 2.3; 2ª Pe 2.1-3. Depois veio significar: “manter-se longe de”, como uma forma posterior do grego “apostasis”.
É, também, uma rebelião ou uma revolta, com abandono dos princípios básicos doutrinários da fé cristã. Vai além da mudança de idéias sobre doutrinas cristãs, é a entrega da alma a alguma causa maligna contra a sã doutrina da Palavra de Deus.

1. Novo Testamento:

O apelo do apóstolo Paulo:“Ora, irmãos, rogamo-vos (...), que não vos movais facilmente do vosso entendimento, nem vos perturbeis, quer por espírito¸ quer por palavra, quer por epístola, como de nós¸ como se do Dia de Cristo estiveste já perto. Ninguém, de maneira alguma, vos engane, porque não será assim sem que antes venha a apostasia e se manifeste o homem do pecado, o filho da perdição”. (Texto: II Tes 2.1-11)

2.Apostasia em 1ª Tm 4.1-2; II Ts 2.3 e em Ap 3.14-22.

A carta dirigida à Igreja em Laodicéia, indica que no fim dos tempos, antes da parousia, isto é, da segunda vinda de Cristo para reinar (Lc 1.30-33), antes do Milênio, haverá um afastamento delidberado de muitos, que abandonarão a fé cristã, como prenúncio da manifestação do anticristo e do seu sistema sincrético religioso-econômico-político.

3.Corrupção generalizada na Sociedade:

Estamos vivendo em tempos trabalhosos e difíceis, como foi previsto assim: II Tm 3.1-9. “Sabe porém isto que nos últimos dias sobreveriam tempos trabalhosos (...)”, a saber:

a) Materialismo e ateismo: homens avarentos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus;

b) Status sociais: presunçosos, soberbos, orgulhosos, bajuladores,

c) Blasfemos e traidores: ultrajando as dignidades, ofendendo os preceitos divinos e religiosos;

d) Secularismo: São profanos, contrário as normas éticas tradicionais, valores sagrados e morais;

e) Desmoronamento das famílias: A família é a unidade básica da sociedade. E a educação religiosa começa no seio da família cristã que, certamente, repercutirá na Igreja a qual é a soma das famílias cristãs habitantes na localidade. Então, destruindo os valores cristãos das famílias, criar-se-á o caos nas igrejas e na sociedade. O desrespeito e a insubordinação de “filhos profanos, blasfemos, atrevidos, ingratos, desobedientes a pais e a mães, sem afeto natural, irreconciliáveis, incontinentes, sensuais, cruéis, traidores, orgulhosos (...)”, 2ª Tm 3.1-9, têm sido a causa da degeneração moral e social desses últimos dias, como um sinal dos tempos.

4.Apostasia da doutrina do Evangelho:

O tempo da apostasia doutrinária: Tm 4.1-5, "(...) Virá tampo em que não sofrerão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, (...) desviarão os ouvidos da verdade, voltando às fábulas (...)”. Fábulas, ficção ou lenda, produtos da imaginação humana, objetivando vender conceitos falsos ou produtos religiosos contrários ao Evangelho.

5.Ensino de doutrinas por falsos mestres:

Tempo de falsos doutores (instrutores) ensinando a doutrina evangélica por interesse material, e para satisfazer as concupiscências dos ouvintes, como está previsto, assim: (...) “amontoarão para si doutores conforme as suas própiras concupiscências”. (2ª Tm 4.3). As pessoas religiosas por não quererem a verdade da mensagem santificadora do evangelho da cruz, procuram pregadores que agradem suas cobiças carnais, libertinas, no contexto da mordenidade secularizada.

6. Falsos profetas e enganadores:

Jesus já havia previsto que haveria falsos profetas e enganadoes no final dos tempos, conforme está escrito assim: Mt 7.16-23, “(...) E surgirão muitos falsos profetas, e enganarão a muitos” (Mt 24.11). (...) “Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos em teu nome? e em teu nome não expulsamos demônios? e em teu nome não fizemos muitas maravilhas? E então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniqüidade”. (Mt 7.22-23)

7. Falsos ministros, fraudulentos:

Através de obreiros fraudulentos, mercenários e eganadores, tem havido escândalos inperdoáveis nestes últimos dias, para se cumprir as profecias, assim: "E também haverá entre o povo falsos profetas, como entre vós haverá também falsos doutores, que introduzirão encobertamente heresis de perdição, e negarão o Senhor que os resgatou, trazendo sobre sí mesmos repentina perdição. (...) E por avareza farão de vós negócio com palavras fingidas, (...) e a sua perdição não dormita” Mt 10.8;(Pe 2.1-3. Judas, 3-19).

8. Crença em doutrinas de demônios e manifestação de espíritos enganodores:

"Mas o Espírito expressamente diz que nos últimos tempos apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutgrina de demônios" ( I Tm. 4.1) , e manifestação de espíritos enganadores: "(...) Porque tais falsos apóstolos são obreiros fraudulentos, transfigurando-se em apóstolos de Cristo. E não é maravilha, porque o próprio Satanás, se tranfigura em anjo de luz. Não é muito pois que os seus ministros se tansfigurem em ministros da justiça; o fim dos quais será conforme as suas obras". (II Cor. 11.13-15).

Conclusão. Como estava profetizado, já está havendo em nossos dias a apostasia que prenuncia a vinda do Senhor Jesus para arrebatar a Sua Igreja Triunfante, a qual será tirada dentre “ o trigo e o joio”, (Mt 13.30, 40-43), conforme está escrito na parábola das 10 virgens. Portanto, precisamos ser vigilantes, como as cinco virgens prudentes. (Mt 25.1-13). Conforme Jesus predisse: "(...) como foi nos dias de Noé, de Sodoma e Gomorra, assim será na vinda do Filho do homem".. (Lc 17.21-37). Será como um ladrão de noite, de supresa, sobre todos que habitam na terra. Ler em Mt 24.36-51; Lc 21.34-36; I Ts 5.1-2. Por último disse Jesus:Eis que venho como um ladrão de noite. Bem-aventurado aquele que vigia, e guarda os seus vestidos, para que não ande nu, e não se vejam as suas vergonhas” (Ap 16.15). (...)E, eis que cedo venho, e o meu galardão está comigo, para dar a cada um segundo a sua obra” Ap 22..12. “Aquele que testifica estas coisas diz: Certamente cedo venho”. Amém, Ora vem, Senhor Jesus”. Ap 22.20.