"Porque a palavra da cruz é loucura para os que perecem, mas para nós, que somos salvos, é o poder de Deus". 1ª Co 1.18
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quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
terça-feira, 2 de outubro de 2012
Desenvolvimento Científico-Tecnológico Atual
Texto bíblico: Ap 13.13-18. v13 E operava grandes sinais, de maneira que fazia até descer fogo do céu à terra, à vista dos homens;
v14 e, por meio dos sinais que lhe foi permitido fazer na presença da besta, enganava os que habitavam sobre a terra e lhes dizia que fizessem uma imagem à besta que recebera a ferida da espada e vivia.
v15 Foi-lhe concedido também dar fôlego à imagem da besta, para que a imagem da besta falasse, e fizesse que fossem mortos todos os que não adorassem a imagem da besta.
v16 E fez que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos, lhes fosse posto um sinal na mão direita, ou na fronte,
v17 para que ninguém pudesse comprar ou vender, senão aquele que tivesse o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome.
18 Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento, calcule o número da besta; porque é o número de um homem, e o seu número é seiscentos e sessenta e seis.
Profecia de Daniel sobre o desenvolvimento científico dos últimos dias. Estava previsto na Bíblia conforme escreveu o profeta Daniel, que nos últimas dias a ciência se multiplicará, como sinal antecedente à volta de Jesus para reinar com o seu povo, assim: "1 Naquele tempo se levantará Miguel, o grande príncipe, que se levanta a favor dos filhos do teu povo; e haverá um tempo de tribulação, qual nunca houve, desde que existiu nação até aquele tempo; mas naquele tempo livrar-se-á o teu povo, todo aquele que for achado escrito no livro".
v2 E muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para a vida eterna, e outros para vergonha e desprezo eterno. v3 Os que forem sábios, pois, resplandecerão como o fulgor do firmamento; e os que converterem a muitos para a justiça, como as estrelas sempre e eternamente. v4 Tu, porém, Daniel, cerra as palavras e sela o livro, até o fim do tempo; muitos correrão de uma parte para outra, e a ciência se multiplicará".
Exemplo científico-tecnológico dos últimos dias. Vejamos exemplo do desenvolvimento tecnológico em nossos dias, conforme vídeo sobre o MONDEX, a nova moeda da globalização.
PROVA A volta de Jesus para reinar. Portanto, podemos citar agora, mais do que nunca, que Jesus está voltando para arrebatar a Sua Igreja e reinar, como está escrito assim: "v8 Eu, João, sou o que ouvi e vi estas coisas. E quando as ouvi e vi, prostrei-me aos pés do anjo que mas mostrava, para o adorar. v9 Mas ele me disse: Olha, não faças tal; porque eu sou conservo teu e de teus irmãos, os profetas, e dos que guardam as palavras deste livro. Adora a Deus. v10 Disse-me ainda: Não seles as palavras da profecia deste livro; porque próximo está o tempo. v11 Quem é injusto, faça injustiça ainda: e quem está sujo, suje-se ainda; e quem é justo, faça justiça ainda; e quem é santo, santifique-se ainda. v12 Eis que cedo venho e está comigo a minha recompensa, para retribuir a cada um segundo a sua obra. v13 Eu sou o Alfa e o èmega, o primeiro e o derradeiro, o princípio e o fim. 14 Bem-aventurados aqueles que lavam as suas vestes [no sangue do Cordeiro] para que tenham direito à arvore da vida, e possam entrar na cidade pelas portas. v15 Ficarão de fora os cães, os feiticeiros, os adúlteros, os homicidas, os idólatras, e todo o que ama e pratica a mentira. v16 Eu, Jesus, enviei o meu anjo para vos testificar estas coisas a favor das igrejas. Eu sou a raiz e a geração de Davi, a resplandecente estrela da manhã. v17 E o Espírito e a noiva dizem: Vem. E quem ouve, diga: Vem. E quem tem sede, venha; e quem quiser, receba de graça a água da vida. v18 Eu testifico a todo aquele que ouvir as palavras da profecia deste livro: Se alguém lhes acrescentar alguma coisa, Deus lhe acrescentará as pragas que estão escritas neste livro; v19 e se alguém tirar qualquer coisa das palavras do livro desta profecia, Deus lhe tirará a sua parte da árvore da vida, e da cidade santa, que estão descritas neste livro. v20 Aquele que testifica estas coisas diz: Certamente cedo venho. Amém; vem, Senhor Jesus. v21 A graça do Senhor Jesus seja com todos" Ap 22.8-21.
Considerações finais: Os sinais proféticos sobre o desenvolvimento científico dos últimos dias estão se cumprindo numa velocidade nunca vista, mostrando que a vinda de Jesus está muito próxima... Para o prezado amigo leitor escapar da tão grande tribulação, (Ap 7.9-17), é preciso crer em Jeus Cristo, agora mesmo, como seu sufiente Salvador e Senhor, como está escrito: "v29 Tendo ele pedido luz, saltou dentro e, todo trêmulo, se prostrou ante Paulo e Silas v30 e, tirando-os para fora, disse: Senhores, que me é necessário fazer para me salvar? v31 Responderam eles: Crê no Senhor Jesus e serás salvo, tu e tua casa". Portanto, creia e serás salvo também. (Pr Djalma Pereira)
v14 e, por meio dos sinais que lhe foi permitido fazer na presença da besta, enganava os que habitavam sobre a terra e lhes dizia que fizessem uma imagem à besta que recebera a ferida da espada e vivia.
v15 Foi-lhe concedido também dar fôlego à imagem da besta, para que a imagem da besta falasse, e fizesse que fossem mortos todos os que não adorassem a imagem da besta.
v16 E fez que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos, lhes fosse posto um sinal na mão direita, ou na fronte,
v17 para que ninguém pudesse comprar ou vender, senão aquele que tivesse o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome.
18 Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento, calcule o número da besta; porque é o número de um homem, e o seu número é seiscentos e sessenta e seis.
Profecia de Daniel sobre o desenvolvimento científico dos últimos dias. Estava previsto na Bíblia conforme escreveu o profeta Daniel, que nos últimas dias a ciência se multiplicará, como sinal antecedente à volta de Jesus para reinar com o seu povo, assim: "1 Naquele tempo se levantará Miguel, o grande príncipe, que se levanta a favor dos filhos do teu povo; e haverá um tempo de tribulação, qual nunca houve, desde que existiu nação até aquele tempo; mas naquele tempo livrar-se-á o teu povo, todo aquele que for achado escrito no livro".
v2 E muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para a vida eterna, e outros para vergonha e desprezo eterno. v3 Os que forem sábios, pois, resplandecerão como o fulgor do firmamento; e os que converterem a muitos para a justiça, como as estrelas sempre e eternamente. v4 Tu, porém, Daniel, cerra as palavras e sela o livro, até o fim do tempo; muitos correrão de uma parte para outra, e a ciência se multiplicará".
Exemplo científico-tecnológico dos últimos dias. Vejamos exemplo do desenvolvimento tecnológico em nossos dias, conforme vídeo sobre o MONDEX, a nova moeda da globalização.
PROVA A volta de Jesus para reinar. Portanto, podemos citar agora, mais do que nunca, que Jesus está voltando para arrebatar a Sua Igreja e reinar, como está escrito assim: "v8 Eu, João, sou o que ouvi e vi estas coisas. E quando as ouvi e vi, prostrei-me aos pés do anjo que mas mostrava, para o adorar. v9 Mas ele me disse: Olha, não faças tal; porque eu sou conservo teu e de teus irmãos, os profetas, e dos que guardam as palavras deste livro. Adora a Deus. v10 Disse-me ainda: Não seles as palavras da profecia deste livro; porque próximo está o tempo. v11 Quem é injusto, faça injustiça ainda: e quem está sujo, suje-se ainda; e quem é justo, faça justiça ainda; e quem é santo, santifique-se ainda. v12 Eis que cedo venho e está comigo a minha recompensa, para retribuir a cada um segundo a sua obra. v13 Eu sou o Alfa e o èmega, o primeiro e o derradeiro, o princípio e o fim. 14 Bem-aventurados aqueles que lavam as suas vestes [no sangue do Cordeiro] para que tenham direito à arvore da vida, e possam entrar na cidade pelas portas. v15 Ficarão de fora os cães, os feiticeiros, os adúlteros, os homicidas, os idólatras, e todo o que ama e pratica a mentira. v16 Eu, Jesus, enviei o meu anjo para vos testificar estas coisas a favor das igrejas. Eu sou a raiz e a geração de Davi, a resplandecente estrela da manhã. v17 E o Espírito e a noiva dizem: Vem. E quem ouve, diga: Vem. E quem tem sede, venha; e quem quiser, receba de graça a água da vida. v18 Eu testifico a todo aquele que ouvir as palavras da profecia deste livro: Se alguém lhes acrescentar alguma coisa, Deus lhe acrescentará as pragas que estão escritas neste livro; v19 e se alguém tirar qualquer coisa das palavras do livro desta profecia, Deus lhe tirará a sua parte da árvore da vida, e da cidade santa, que estão descritas neste livro. v20 Aquele que testifica estas coisas diz: Certamente cedo venho. Amém; vem, Senhor Jesus. v21 A graça do Senhor Jesus seja com todos" Ap 22.8-21.
Considerações finais: Os sinais proféticos sobre o desenvolvimento científico dos últimos dias estão se cumprindo numa velocidade nunca vista, mostrando que a vinda de Jesus está muito próxima... Para o prezado amigo leitor escapar da tão grande tribulação, (Ap 7.9-17), é preciso crer em Jeus Cristo, agora mesmo, como seu sufiente Salvador e Senhor, como está escrito: "v29 Tendo ele pedido luz, saltou dentro e, todo trêmulo, se prostrou ante Paulo e Silas v30 e, tirando-os para fora, disse: Senhores, que me é necessário fazer para me salvar? v31 Responderam eles: Crê no Senhor Jesus e serás salvo, tu e tua casa". Portanto, creia e serás salvo também. (Pr Djalma Pereira)
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
As duas testemunhas do Apocalipse
•
As duas
testemunhas reveladas no Velho e no Novo Testamento
•
Introdução – A palavra testemunha, segundo o Dicionário Lello, significa “pessoas que testemunha em justiça, as juram dizer a verdade”, (...) “Testemunha ocular ou de vista, que viu ou presenciou um fato”. Por isto que Jesus, depois que ressuscitou ao terceiro dia, comissionou os seus discípulos para serem testemunhas de tudo que eles presenciaram, desde o batismo de Jesus no Rio Jordão, até o dia que Ele foi assunto ao céu diante de dois varões ou duas testemunhas celestiais. Como está escrito assim: “At 1.1-8 Fiz o primeiro tratado, ó Teófilo, acerca de tudo que Jesus começou, não só a fazer, mas a ensinar até ao dia em que foi recebido em cima, depois de ter dado mandamentos, pelo Espírito Santo, aos apóstolos que escolhera; aos quais também, depois de ter padecido, se apresentou vivo, com muitas e infalíveis provas, sendo visto por eles por espaço de quarenta dias, e falando das coisas concernentes ao reino de Deus. (...) Mas recebereis a virtude do Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria, e até aos confins da terra”. Jesus só comissionou os seus discípulos para serem suas testemunhas, porque viram os feitos milagrosos, a Sua ressurreição e Sua ascensão ao céu.
Introdução – A palavra testemunha, segundo o Dicionário Lello, significa “pessoas que testemunha em justiça, as juram dizer a verdade”, (...) “Testemunha ocular ou de vista, que viu ou presenciou um fato”. Por isto que Jesus, depois que ressuscitou ao terceiro dia, comissionou os seus discípulos para serem testemunhas de tudo que eles presenciaram, desde o batismo de Jesus no Rio Jordão, até o dia que Ele foi assunto ao céu diante de dois varões ou duas testemunhas celestiais. Como está escrito assim: “At 1.1-8 Fiz o primeiro tratado, ó Teófilo, acerca de tudo que Jesus começou, não só a fazer, mas a ensinar até ao dia em que foi recebido em cima, depois de ter dado mandamentos, pelo Espírito Santo, aos apóstolos que escolhera; aos quais também, depois de ter padecido, se apresentou vivo, com muitas e infalíveis provas, sendo visto por eles por espaço de quarenta dias, e falando das coisas concernentes ao reino de Deus. (...) Mas recebereis a virtude do Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria, e até aos confins da terra”. Jesus só comissionou os seus discípulos para serem suas testemunhas, porque viram os feitos milagrosos, a Sua ressurreição e Sua ascensão ao céu.
•
As duas
testemunhas reveladas no Velho Testamento
•
No Velho
Testamento. Segunda a Palavra de
Deus, qualquer fato tem valor legal quando testemunhado por duas ou três
testemunhas, a saber: “Por
boca de duas testemunhas, ou três testemunhas, será morto o que houver de
morrer; por boca de uma só testemunha não morrerá. As mãos das testemunhas
serão primeiro contra ele, para matá-lo; e depois as mãos de todo o povo; assim
tirarás o mal do meio de ti”. Dt
17:6-7 (...) “Eis que também agora a minha testemunha está no céu, e nas
alturas o meu testemunho está”. Jó 16:19. (...) “E,
respondendo-lhe outra vez, disse: Que são aqueles dois ramos de oliveira, que
estão junto aos dois tubos de ouro, e que vertem de si azeite dourado? E ele me
falou, dizendo: Não sabes tu o que é isto? E eu disse: Não, senhor meu. Então
ele disse: Estes são os dois ungidos, que estão diante do Senhor de toda a
terra”. Zc 4:12-14.
•
As duas
testemunhas reveladas no Novo Testamento
•
No Novo Testamento.
Disse Jesus: “Seis dias depois, tomou
Jesus consigo a Pedro, e a Tiago, e a João, seu irmão, e os conduziu em
particular a um alto monte, e transfigurou-se diante deles; e o seu rosto
resplandeceu como o sol, e as suas vestes se tornaram brancas como a luz. E eis
que lhes apareceram Moisés e Elias, falando com ele. E Pedro,
tomando a palavra, disse a Jesus: Senhor, bom é estarmos aqui; se queres,
façamos aqui três tabernáculos, um para ti, um para Moisés, e um
para Elias” Mt 17.1-4. (...) “Mas, se não te ouvir, leva ainda
contigo um ou dois, para que pela boca de duas ou três testemunhas toda a
palavra seja confirmada”. Mt 18:16 (...) “É esta a terceira vez que
vou ter convosco. Por boca de duas ou três testemunhas será confirmada toda a
palavra”. 2ª Co 13:1. (...) “E darei poder às minhas duas
testemunhas, e profetizarão por mil duzentos e sessenta dias, vestidas de saco.
Estas são as duas oliveiras e os dois castiçais que estão diante do Deus da
terra”. Ap 11:3-4. Como vemos acima
só é testemunha quem viu os fatos, como Moisés e Elias no V. T.
e, os apóstolos Pedro, Tiago e João que viram Moisés
e Elias na transfiguração no monte Santo, e na assunção de Jesus (At
1.8-13). Portanto, Enoque não pode ser testemunha porque não viu os fatos que
aconteceram com Israel no Velho Testamento e, também, não apareceu com Moisés
e Elias no monte da transfiguração.
•
Elias virá antes que venha o grande dia do SENHOR
•
Está profetizado que Elias virá antes que venha o grande
dia do SENHOR, assim:
•
“Porque eis que aquele dia vem ardendo como fornalha;
todos os soberbos, e todos os que cometem impiedade, serão como a palha; e o
dia que está para vir os abrasará, diz o SENHOR dos Exércitos, de sorte que
lhes não deixará nem raiz nem ramo.Mas para vós, os que temeis o meu nome,
nascerá o sol da justiça, e cura trará nas suas asas; e saireis e saltareis
como bezerros da estrebaria. E pisareis os ímpios, porque se farão cinza
debaixo das plantas de vossos pés, naquele dia que estou preparando, diz o
SENHOR dos Exércitos. Lembrai-vos da lei de Moisés, meu servo, que lhe mandei
em Horebe para todo o Israel, a saber, estatutos e juízos. Eis que eu vos
enviarei o profeta Elias, antes que venha o grande e terrível dia do SENHOR; E ele converterá o coração dos pais aos filhos, e o coração
dos filhos a seus pais; para que eu não venha, e fira a terra com maldição. Ml
4.1-6
•
Elias é uma
das duas testemunhas.
•
Elias foi
também trasladado para o céu à vista do profeta Eliseu. 2ª Reis 2.6-14.
•
“ (...) E os seus discípulos o
interrogaram, dizendo: Por que dizem então os escribas que é mister que Elias
venha primeiro? E Jesus, respondendo, disse-lhes: Em verdade Elias virá
primeiro, e restaurará todas as coisas”. (Ml 4.1-6; Mt 17.5-11). Por isto
que ele apareceu no monte da transfiguração com Moisés (Mt 17.1-4).
•
Moisés é
outra das duas testemunhas.
•
O corpo de
Moisés não foi encontrado na sepultura porque foi trasladado para o céu. Dt 34.5-6. “Assim morreu ali Moisés, servo do SENHOR,
na terra de Moabe, conforme a palavra do SENHOR. E o sepultou num vale, na
terra de Moabe, em frente de Bete-Peor; e ninguém
soube até hoje o lugar da sua sepultura” (...) (Jo 11.25-26).Ninguém encontrou o lugar da sepultura de Moisés, porque o seu corpo foi trasladado para o céu. Por isto que o diabo contendeu a respeito do corpo
de Moisés com o Arcanjo Miguel, por causa da lei do pecado que é da morte Rm 8.2. (Gn 2.15-17; 3.17-19; Rm
5.12; 6.23), conforme muito bem registrou Judas irmão de Tiago, assim: “Jd v9 Mas o arcanjo Miguel, quando contendia com o diabo, e disputava
a respeito do corpo de Moisés, não ousou pronunciar juízo de maldição
contra ele; mas disse: O Senhor te repreenda”. Só assim, é que Moisés pode aparecer no Monte da
Trnasfiguração com corpo, igualmente, ao de Elias. (Mt 17.1-4)
•
As duas
testemunhas reveladas no Novo Testamento
•
Só no Livro do Apocalipse
Jesus revelou as duas testemunhas, assim: “ Ap 11.3-4. E darei poder às
minhas duas testemunhas, e profetizarão por mil duzentos e sessenta dias,
vestidas de saco. Estas são as duas oliveiras e os dois castiçais que estão
diante do Deus da terra” (...) E, quando acabarem o seu testemunho, a besta que
sobe do abismo lhes fará guerra, e os vencerá, e os matará. E jazerão os seus corpos mortos na praça da grande
cidade que espiritualmente se chama Sodoma e Egito, onde o seu Senhor também
foi crucificado. Ap 11.7-8. (...) “E depois daqueles três dias e meio o
espírito de vida, vindo de Deus, entrou neles; e puseram-se sobre seus pés, e
caiu grande temor sobre os que os viram. E ouviram uma grande voz do céu, que
lhes dizia: Subi para aqui. E subiram ao céu em uma nuvem; e os seus inimigos os
viram”. Ap 11.11-12.
•
Moisés e
Elias aparecem no monte da transfiguração com Jesus.
•
Segundo o Evangelho conforme escreveu Mateus, Moisés e
Elias apareceram, igualmente, com corpos
semelhantes no monte da transfiguração, como as duas testemunhas do plano de
Deus Pai, através do cumprimento das Escrituras, na Lei e nos profetas, sobre a morte de cruz do Seu
Filho amado Jesus, e Sua glorificação, assim:
•
“(...)Seis dias
depois, tomou Jesus consigo a Pedro, e a Tiago, e a João, seu irmão, e os
conduziu em particular a um alto monte, E transfigurou-se diante deles; e o seu
rosto resplandeceu como o sol, e as suas vestes se tornaram brancas como a luz.
E eis que lhes apareceram Moisés e Elias, falando com ele. E Pedro,
tomando a palavra, disse a Jesus: Senhor, bom é estarmos aqui; se queres,
façamos aqui três tabernáculos, um para ti, um para Moisés, e um para Elias”.
Mt 17.1-4 “E, estando ele ainda a falar, eis que uma nuvem luminosa os cobriu.
E da nuvem saiu uma voz que dizia: Este é o meu amado Filho, em quem me
comprazo; escutai-o. E os discípulos, ouvindo isto, caíram sobre os seus
rostos, e tiveram grande medo”. E, aproximando-se Jesus, tocou-lhes, e disse:
Levantai-vos, e não tenhais medo. E, erguendo eles os olhos, ninguém viram
senão unicamente a Jesus. E, descendo eles do monte, Jesus lhes ordenou,
dizendo: A ninguém conteis a visão, até que o Filho do homem seja ressuscitado
dentre os mortos”.
•
As duas
testemunhas representam a Lei e os Profetas
•
Essas duas
testemunhas representam a Lei e os Profetas para Israel, por isto, é que vão
testemunhar para o remanescente de Israel e dos gentios durante a metade da
tribulação, provando pelo cumprimento das Escrituras do Velho Testamento, que
Jesus Cristo é o Messias, o Senhor e Rei dos Reis. Aí então eles crerão como
está previsto nas Escrituras, a saber: Zc 12.4-14; 13.1-9; 14.1-11. Será da mesma maneira como
disse Jesus aos discípulos no caminho de Emaús, assim: “(...) E Jesus lhes
disse: Ó néscios e tardos de coração para crer tudo o que os profetas
disseram! 26 Porventura, não convinha
que o Cristo padecesse essas coisas e entrasse na sua glória? 27 E, começando por Moisés e por todos os
profetas, explicava-lhes o que dele se achava em todas as Escrituras”. Lc
24.25-27.
•
AS DUAS
OLIVEIRAS À DREITA E À ESQUERDA DO CASTIÇAL DE OURO
•
“E disse-me: Que
vês? E eu disse: Olho, e eis que vejo um castiçal todo de ouro, e um vaso de
azeite no seu topo, com as suas sete lâmpadas; e sete canudos, um para cada uma
das lâmpadas que estão no seu topo. E, por cima dele, duas oliveiras, uma à
direita do vaso de azeite, e outra à sua esquerda” Zc 4.2-3. (...) Respondi mais, dizendo-lhe: Que são as duas oliveiras à direita e à esquerda do castiçal?
E, respondendo-lhe outra vez, disse: Que são aqueles dois ramos de oliveira,
que estão junto aos dois tubos de ouro, e que vertem de si azeite dourado? E
ele me falou, dizendo: Não sabes tu o que é isto? E eu disse: Não, Senhor meu.
Então ele disse: Estes são os dois ungidos, que estão
diante do Senhor de toda a terra”. (Zc 4.11-14). (...) Aqui Jesus identifica as
duas oliveiras como os dois ungidos que estão diante do Senhor de toda terra,
assim: “E
darei poder às minhas duas testemunhas, e profetizarão por mil duzentos e
sessenta dias, vestidas de saco. Estas são as duas oliveiras e os dois
castiçais que estão diante do Deus da terra”. Ap 11.4)
•
OS MINISTÉRIOS IDENTIFICAM AS DUAS TESTEMUNHAS
•
De ELIAS – E
darei poder às minhas duas testemunhas, e profetizarão por mil duzentos e
sessenta dias, vestidas de saco. (Zc 4; Ap 11.3-4) E, se alguém
lhes quiser fazer mal, fogo sairá da sua boca, e devorará os seus inimigos; e,
se alguém lhes quiser fazer mal, importa que assim seja morto. Estes têm poder
para fechar o céu, para que não chova, nos dias da sua profecia; (I Rs 18; Ap 11.5-6ª)
•
De MOISÉS – Estas são as duas oliveiras e os dois
castiçais que estão diante do Deus da terra. (...) e têm poder sobre as águas
para convertê-las em sangue, e para ferir a terra com toda a sorte de pragas,
todas quantas vezes quiserem. (Gn 7.19-25;10; 11; Zc 4.Ap 11.6b)
•
Considerações
finais. Tendo em vista que só pode
ser testemunha quem viu e presenciou os fatos ocorridos, conforme prescreve a
Palavra de Deus tanto no Velho como no Novo Testamento, (Dt 17.6-7), é que tem autoridade de
testemunhar tudo o que se cumpriu a respeito de Jesus Cristo, como Jesus disse aos
seus dois discípulos no caminho de Emaús, assim: “(...) v25 E Jesus lhes disse: Ó néscios e tardos de coração para crer tudo o que
os profetas disseram! v26 Porventura,
não convinha que o Cristo padecesse essas coisas e entrasse na sua glória? v27 E, começando por Moisés e por todos os
profetas, explicava-lhes o que dele se achava em todas as Escrituras”.
Lc 24.25-27. (...) “E darei poder às minhas duas testemunhas, e profetizarão
por mil duzentos e sessenta dias, vestidas de saco. Estas são as duas oliveiras
e os dois castiçais que estão diante do Deus da terra. (...) e têm poder sobre
as águas para convertê-las em sangue, e para ferir a terra com toda a sorte de
pragas, todas quantas vezes quiserem. (Gn 7.19-25;10; 11; Zc 4.2-14; Ap 11.6b)
•
As
características dos ministérios das duas testemunhas identificam que uma é Elias, e a outra é Moisés, conforme operaram as mesmas maravilhas no Velho
Testamento. (Pr Djalma Pereira)
terça-feira, 17 de julho de 2012
Entendo o Código de Barras e a Marca - 666
Esta matéria pesquisada no Google -YouTube - mostra como está avançando o código da moeda eletrônica, que em breve deverá substituir o sistema monetário atual pela nova moeda de troca dos sistema monetário globalizado. Observem que isto já estava previsto na profecia bíblica em Ap 13.16-18, que diz: "v16 E fez que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos, lhes fosse posto um sinal na mão direita, ou na fronte, v17 para que ninguém pudesse comprar ou vender, senão aquele que tivesse o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome. v18 Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento, calcule o número da besta; porque é o número de um homem, e o seu número é seiscentos e sessenta e seis".
ENTENDO O CÓDIGO DE BARRA - 666
Fonte: Google - YouTube - Programa Jesus Está Voltando - Gerson do Vale
quarta-feira, 11 de julho de 2012
BABILÔNIA POLÍTICO-RELIGIOSA (II)
I - INÍCIO DA BABILÔNIA POLÍTICO-RELIGIOSA - (Ap 2.14-16; 13.1-10). - Continuação>
Começo da apostasia do governo eclesiástico - A Babilônia politico-religiosa começou historicamente na Igreja em Pergamo, a partir de quando o Imperador Romano Constantino fez o "Edito de Tolerância em favor dos cristãos", em 313 d.C, fazendo aliança com o Império Romano, e a partir daí, evolui na sua apostasia dogmática através dela indo até à Igreja em Tiatira, promotora da idolatria, na idade média. Esse processo continuará crescendo até chegar ao final dos tempos, conforme está simbolizada pela igreja em Laodiceia, caracterizada como uma igreja rica, soberba, democrática e auto-suficiente, ao ponto de Jesus ficar do lado de fora, batendo na porta apelando a um restante fiel para ceiar com Ele, assim: Texto bíblico: - “15 Conheço as tuas obras, que nem és frio nem quente; oxalá foras frio ou quente! v16 Assim, porque és morno, e não és quente nem frio, vomitar-te-ei da minha boca. v17 Porquanto dizes: Rico sou, e estou enriquecido, e de nada tenho falta; e não sabes que és um coitado, e miserável, e pobre, e cego, e nu; v18 aconselho-te que de mim compres ouro refinado no fogo, para que te enriqueças; e vestes brancas, para que te vistas, e não seja manifesta a vergonha da tua nudez; e colírio, a fim de ungires os teus olhos, para que vejas. v19 Eu repreendo e castigo a todos quantos amo: sê pois zeloso, e arrepende-te.v20 Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo”. Ap 3.15-16.
II - DESENVOLVIMENTO HISTÓRICO DO GOVERNO DA IGREJA ROMANA (100-313 d.C.)
O Imperador Graciano renunciou ao titulo de Pontifex Maximus. Teodósio I promulgou em 380 um edito tornando o cristianismo a religião exclusiva do estado. Qualquer pessoa que seguisse outra forma de culto receberia a punição do estado. Em 392, o Edito de Constantinopla estabeleceu a proibição do paganismo. Em 59, Justiniano desferiu o golpe de misericórdia sobre o paganismo, quando determinou o fechamento da escola de filosofia de Atena. Foi no período entre 100 e 313 que a Igreja se viu forçado a pensar na melhor maneira pela qual poderia enfrentar a perseguição externa do estado romano e o problema interno do ensino herético e das consequentes decisões. Ela procurou cerrar fileiras através de procedimentos.
i. O Bispo Monárquico. Necessidades práticas e teóricas levaram à exaltação da posição do bispo em cada igreja, chegando ao ponto de as pessoas o virem e o reconhecerem como superior aos outros presbíteros aos quais seus oficios foram relacionados em tempos do Novo Testamento. A necessidade de uma liderança para enfrentar os problemas da perseguição e da heresia foi uma necessidade prática que acabou por ditar o aumento do poder do bispo. O desenvolvimento da doutrina da sucessão apostólica e a crescente exaltação da Ceia do Senhor foram fatores fundamentais neste aumento de poder. A elevação do bispo monárquico em meado do segundo século originou-se da honra especial devida ao bispo monárquico da Igreja em Roma. O argumento inicial e mais importante apresentado desde cedo na história da Igreja, foi o de que Cristo deu a Pedro, presumivelmente o primeiro bispo de Roma, uma posição de primazia entre os apóstolos em função da suposta designação de Pedro como a rocha sobre qual edificaria a Sua igreja (Mt 16:18 ). Segundo Mateus ( 16:19) Cristo teria dado também a Pedro as chaves do reino dos céus e depois o comissionou especialmente para apascentar Seu rebanho (Jo: 21:15-19).
ii. A política entra na Igreja Estatal Romana. A Igreja Romana insiste desde tempos antigos que Cristo deu a Pedro um lugar especial de primeiro bispo de Roma e de líder dos apóstolos. O prestigio histórico de Roma como a capital do Império levou a uma natural elevação da posição da igreja da capital.
iii. Doutrina dos Nicolaitas. Nicolaitas vem de dois termos gregos: "Nico" quer dizer conquistar; "Laitanes", é a palavra grega que deu origem o termo "leigos". Portanto, vemos através dessa palavra, "nicolaitas", o começo do domínio sacerdotal ou eclesiástico sobre as congregações cristãs locais. Quando as igrejas deixam o seu primeiro amor, apelam para o poder e influência eclesiásticas.
iv. Influência política da liderança. Muitos pais da Igreja Ocidental, como Clemente, Inácio, Irineu e Cipriano, destacaram a importância da posição do bispo, e no caso de Cipriano, do bispo de Roma. Embora todos os bispos fossem iguais, honra especial deveria ser dada ao bispo romano encarregado da cadeira de São Pedro. Embora todos os bispos estivessem numa linha de sucessão apostólica dos bispos desde o próprio Cristo, Roma merecia honra especial, porque, cria-se que seu bispo continuava a linha sucessória desde Pedro”. (Fonte: Do estudo de Hugo da Silva Ascenção)
v. Contestação - Contrapondo, entretanto, o ensino herético da igreja papal, citamos o que o próprio apóstolo Pedro disse a esse respeito, afirmando que Cristo Jesus é a Pedra principal da esquina, (Sl 118.22-24), como o “Cristo, o Filho de Deus vivo”, e não ele próprio, assim: Atos 4-10-12; "v10 seja conhecido de vós todos, e de todo o povo de Israel, que em nome de Jesus Cristo, o nazareno, aquele a quem vós crucificastes e a quem Deus ressuscitou dentre os mortos, nesse nome está este aqui, são diante de vós. v11 Ele é a pedra que foi rejeitada por vós, os edificadores, a qual foi posta como pedra angular. v12 E em nenhum outro há salvação; porque debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, em que devamos ser salvos” (...) 1ª Pe 2.6-7; v6 Por isso, na Escritura se diz: Eis que ponho em Sião a principal pedra angular, eleita e preciosa; e quem nela crer não será confundido. v7 E assim para vós, os que credes, é a preciosidade; mas para os descrentes, a pedra que os edificadores rejeitaram, esta foi posta como a principal da esquina”.
vi. O Dragão, a antiga Serpente, que é o Diabo Satanás. (Ap 12.3; 17.3); Ele (Satanás) é, invisivelmente, (Ef 6.12), o gestor desse sistema global, sincretizado e oganizado do governo do Anticristo, como está escrito em Ap 12.3: "Viu-se também outro sinal no céu: eis um grande dragão vermelho que tinha sete cabeças e dez chifres, e sobre as suas cabeças sete diademas", (Ap 13.1), e Ap 20.1-2: "E vi descer do céu um anjo, que tinha a chave do abismo e uma grande cadeia na sua mão v2 Ele prendeu o dragão, a antiga serpente, que é o Diabo e Satanás, e o amarrou por mil anos". Como Satanás sempre quer usurpar o poder supremo para ter a primazia e reinar, (Is 14.12-16; Mt 4.8-10), foi por isso dado ao Papa como chefe do Estado do Vaticano, o poder do "Pnticifex Maximus da Babilônia", e a infabilidade (Ap 13.12), e desta maneira inverteu a ordem e o poder que foi dado somente a Jesus, (Sl 2), como Jesus mesmo disse: Mt 28.18-19; "E, aproximando-se Jesus, falou-lhes, dizendo: Foi-me dada toda a autoridade no céu e na terra. Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo". (Ler: Ap 11.15; 19.15-16).
III - APOSTASIA E DÓGMAS PAPAIS DA IGREJA ROMANA ESTATAL
A partir dos anos 400 DC a 1300 DC aproximadamente a Igreja sofreu um grande declínio motivado por várias razões e sobre elas (as razões) com os dogmas papais: • Distorção das verdades bíblicas. • A maioria dos sacerdotes constituía-se de escravos, foragidos e criminosos. Homens sem nenhum preparo. • O bispado era considerado propriedade e podia ser vendido a quem desse mais dinheiro. • A maioria dos sacerdotes vivia envolvida em embriagues e escândalos. • Começou a adoração aos mártires, aos santos e a Maria, etc.
IV - FATOS HISTÓRICOS QUE COMPROVAM A APOSTASIA DA IGREJA PAPAL.
Fatos históricos incontestáveis. Lista dos dogmas que mostram os desvios da Igreja Romana: (Cl 2:8; I Tm 4:l-3; II Tm 4:1-5; II Pe. 2; Jd 3-16; II Jo 9-11; Ap. 17 e 18). Esta página da história eclesiástica mostra o mais profundo deletério da apostasia ou prostituição religiosa patrocinada pela Igreja Estatal Romana, a saber:
Em 310 A.D. – Começa a vida monástica por Antônio, de Alexandria, no Egito. Em 370 A.D. – Principia o uso dos altares e velas, pelo fim do III século. O culto aos santos foi introduzido por Basílio de Cesaréia e Gregório Nazianzeno. Também apareceu pela primeira vez o uso do incenso e turíbulo na igreja, pela influência dos prosélitos vindos do paganismo. Em 400 A.D. – Paulino de Nóla ordena que se reze pelos defuntos, e ensina o sinal da cruz feito no ar. Em 590 A D. – Gregório o Grande, origina a doutrina do purgatório. Em 607 A D. – O assassino Imperador Phocas dá ao bispo de Roma o direito de primazia universal sobre a cristandade, depois do II Concílio de Constantinopla. Em 609 A D. – O culto a Virgem Maria é obra de Bonifácio IV. E a invocação dos santos e Anjos são posta como lei da igreja. Em 670 A D. – Começa a falar-se em latim a missa, língua morta para o povo, pelo Papa Vitélio. Em 758 A D. – Cria-se a confissão auricular pelas ordens religiosas do Oriente. Em 787 A D. – No segundo Concílio de Nicéia convocado a instâncias da infame Imperatriz Irene, foi estabelecido o culto às imagens e a adoração da cruz e relíquias dos santos. Em 795 A D –O incenso foi posto por lei nas cerimônias da igreja, por Leão III Em 803 A D – Foi criada a festa da Assunção da Virgem Maria pelo Concílio de Maguncia. Em 818 A D – Aparece pela primeira vez nos escritos de Pascácio Radbberto, a doutrina da transubstanciação e a missa. Em 884 A D – O Papa Adriano III aconselha a canonização dos "santos". Em 998 A D – É estabelecida a festa aos mortos, "dia de finados", por Odilon Em 1000 A D – A confissão auricular generaliza-se e os ministros da igreja arrogam para si o célebre "Ego te absolvo". A missa começa a chamar-se sacrifício. E organizam-se as peregrinações e romarias. Em 1003 A D – O Papa João XIV aprova a festa das almas "fieis defuntos" que Odilon criara primeiro. Em 1059 A D – Nicolau II cria o colégio dos cardeais, "conclave" Em 1074 A D – O Papa Gregório VII, aliás o mesmo Hildebrando, decreta obrigatório o celibato dos padres. Em 1076 A D – É declarada a infabilidade da igreja pelo mesmo Papa. Em 1090 A D – Pedro, o Ermitão, inventa o rosário. Em 1095 A D – Urbano II cria as indulgências plenárias. Em 1125 A D – Aparece pela primeira vez nos cânones de Leão, a ideia da imaculada conceição de Maria, porém São Bernardo de Clairvaux refutou tal ideia. Em 1164 A D – Pedro Lombardo enumera os 7 sacramentos; enquanto que, Jesus Cristo ordenara apenas dois, a Santa ceia e o Batismo. Em 1200 A D – O concílio de Latrão impõe a transubstanciação e confissão auricular. Em 1227 A D – Entra a campainha na missa por ordem de Gregório IX. Em 1229 A D – O concílio de Tolouse estabelece a inquisição, que foi confirmada em 1232 por Gregório X, e logo foi entregue aos dominicanos. Este mesmo concílio proíbe a leitura da Sagrada Escritura, ao povo. Em 1264 A D – Urbano IV determina pela primeira vez a festa do corpo de Deus. (Corpus Christi). Em 1300 A D - Bonifácio VIII ordena os jubileus. Em 1311 A D – Inicia-se a primeira procissão do S. Sacramento. Em 1317 A D – João XXII ordena a reza "ave-maria" Em 1360 A D – Começa a hóstia a ser levada em procissão Em 1414 A D – O Concílio de Constança definiu que na comunhão ao povo deve ser dada a hóstia somente, sendo o cálice (copo de vinho) reservado para os padres. Os concílios de Pisa, Constança e Basiléia declararam a autoridade do Concílio superior à autoridade do Papa. Em 1438 A D – O concílio de Florença abre a porta ao Purgatório, que Gregório o Grande havia anunciado. Em 1563 A D – O concílio de Trento definiu que a tradição é tão valiosa como a própria Palavra de Deus. E aceitou os livros apócrifos como canônicos. Em 1854 A D – Pio IX proclama o dogma da imaculada conceição de Maria Em 1870 A D – O concílio do Vaticano, declara a infalibilidade do Papa. Com isto selou-se a operação do mistério da injustiça, conforme está escrito em: II Tes. 2:7; Ap. 17:5 e 18:4. Em 1950 A D – Pio XII proclamou o dogma da assunção de Maria ao céu, em corpo, como mediadora.
São estas as falsas doutrinas e ordens que nem Jesus Cristo nem os seus Apóstolos jamais ensinaram. Como disse Jesus: "Em vão, pois, me honram ensinando doutrinas e mandamentos que vêm dos homens". Mc 7.7. Infelizmente isto faz parte da história eclesiástica!!!
V – CONTROVERSIA COM O SURGIEMENTO DA
REFORMA RELIGIOSA
i. Em contraposição surgiram, então, as primeiras
lutas em busca da restauração da Igreja: • João Wycliffe (inglês) 1400 a 1500,
traduziu a Vulgata, do Latim para o Inglês. • João Huss (alemão). Morto
queimado por ordem papal. Defensor das ideias de Wycliffe, passou a ensinar as
verdades de CRISTO, sem depender do dogmatismo papal. A Reação da Igreja
Católica Romana: • Criou a “Santa Inquisição”. Nada tendo aprendido com seus
erros, incapaz de reformular, repensar, (aliás, erro que cometem até hoje). A
Igreja Católica Romana repreende este e outros movimentos com a inquisição: Através
dela, muitos foram mortos em suas fogueiras.
ii. Martinho Lutero iniciou o movimento reformista
cristão, a Reforma Protestante, no início do século XVI, precisamente em 31 de
outubro de 1517, com publicação de suas 95 teses na porta da Igreja do Castelo
de Wittenbeg. A Reforma Protestante completa neste 31 de outubro de 2011, 494
anos. Veja as 95 teses de Martinho Lutero. A Igreja do Ocidente ficou dividida
entre os católicos, romanos e os reformados, os protestantes, surgindo o
Protestantismo. “Os princípios fundamentais da Reforma Protestante são
conhecidos como os Cinco "solas". Os cinco "solas" são
frases latinas que surgiram durante a Reforma Protestante e princípios
fundamentais da Reforma Protestante em contradição com o ensinamento da Igreja
Católica Romana da época. A palavra latina "sola" significa
"somente" em Português. Os cinco "solas" sintetizam os
credos teológicos básicos dos reformadores, pilares os quais creram ser
essenciais da vida e prática cristã. Todos os cinco implicitamente rejeitam ou
se contrapõe aos ensinamentos da então dominante Igreja Católica Romana, a qual
tinha na mente dos reformadores usurpado atributos divinos ou qualidades para a
Igreja e sua hierarquia, especialmente seu superior, o Papa. São eles: Sola
fide (somente a fé); Sola scriptura (somente a Escritura); Solus Christus
(somente Cristo); Sola gratia (somente a graça); Soli Deo gloria (glória
somente a Deus)." (Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Cinco_solas) >>> continua >>>
terça-feira, 3 de julho de 2012
Supremo Pontífice da Babilônia
Introdução - É de suma importância saber o significado da "Tiara Papal - Triregnum” - coroa tríplice Papal, que representa o poder supremo do "Pontififex Maximus", retido pelo "soberano dos governos políticos de toda terra", na pessoa do chefe de Estado do Vaticano em Roma. Vejamos:
Texto bíblico: "E vi subir da terra outra besta, tinha tinha dois chifres semelhantes ao de um cordeiro; e falava como dragão. e exerce todo poder da primeira besta, e faz que a terra e os que nela habitam adorem a primeira besta, cuja chaga mortal fora curada" Ap 13.11-12.
Matéria histórica provando a trasferência do poder supremo da Babilônia,(Pontifex Maximus), transferido para o poder papal em Roma, hoje o Estado do Vaticano. É importante observarmos como foi sincretizado nesse processo histórico, para cumprimento da profecia registrado no livro do Apocalipse capítulo 13,vv 11-12, assim: Vejamos como se deu esse processo histórico na matéria postada abaixo:
O PROCESSO HISTÓRICO:
A Origem da tiara Papal:
Há discordância entre os autores,
quanto à origem da tiara papal. A maioria deles admite ser a tiara originária
do ‘’camelauco’’, uma espécie de barrete frígio, cônico, alto, de tecido
branco, à moda frígia, que do oriente passou a Roma, simbolizando a liberdade;
sendo que, pelo fim do século IV, foi adotado pelos papas. Não se confirmou,
historicamente, a tradicional afirmação de que o Papa Silvestre I recebeu de
Constantino I o camelauco, em sinal da liberdade da Igreja.
O certo é que os papas usavam,
inicialmente o camelauco, símbolo tradicional de soberania no Oriente, com a intenção de portarem uma peça
distinta da mitra dos bispos. A tiara
era usada pelos reis da Ásia em ocasiões de paradas, sendo que ordinariamente
aqueles usavam também uma espécie de mitra. Estando os romanos acostumados com
o título de “Pontifex Maximus” dado à mais alta dignidade da religião, que a
partir de César Augusto foi incorporado pelo imperador, os papas buscaram
estabelecer um vínculo entre o seu poder e os antigos imperadores romanos,
assumindo a cobertura de cabeça dos imperadores romanos do Oriente – os únicos
imperadores romanos que então restavam – e adotando a idéia dos reis assírios e
persas de um “Rei dos Reis”, ou seja um Imperador.
As três coroas da tiara papal:
Os autores também discordam quanto à
afirmação de que Papa teria colocado a primeira coroa na base da tiara, sendo
que alguns dizem ter sido o Símaco; outros, Leão III ou Nicolau I. Muitos
historiadores franceses admitem que esta primeira coroa tenha sido colocada em 1130, sob Inocêncio II, como expressão da
soberania papal sobre o Patrimônio de São Pedro. Outra corrente afirma que
Clóvis, batizado por volta do ano 498, venceu os visigodos, na Batalha de
Vouillé, em 507, graças ao apoio recebido de Anastácio, Imperador do Oriente,
que lhe nomeou cônsul e lhe concedeu o uso dos ornamentos correspondentes à
dignidade de augusto. Na igreja de São Martinho, em Tours, foi revestido destes
ornamentos e teve sua fronte cingida por um diadema, o qual ele ofertou em seguida ao Papa Símaco, constituindo este diadema a
primeira coroa da tiara papal (Pfeffel, Histoire d’Allemagne,
citada por Anquetil, Histoire de France, Paris 1837, título I, p.323). Este
gesto de Clóvis ratificou a afirmação de que a primeira coroa atesta que o Papa
é pai dos reis. Assim esta cobertura de cabeça passou a se chamar Regnum. O termo tiara é citado pela primeira vez, na biografia do Papa
Pascoal II, no Liber Pontificalis, em 1118. Até o
final do século XIII, a primeira coroa era um aro denteado e radiante, quando
então passou a ser adornada de florões e folhas de acanto.
Em decorrência do conflito entre
Filipe, o Belo, e a Santa Sé; em 1301, o Papa Bonifácio VIII acrescenta uma
segunda coroa à tiara papal, para simbolizar a superioridade de sua autoridade
espiritual em relação à autoridade civil. Passou a tiara aser donominada Biregnum. Quanto à terceira coroa, com a qual a tiara passou a ser
denominada Triregnum, os historiadores
divergem quanto à data e quem a acrescentou.
Segundo Pfeffel, foi João XXII que a
acrescentou e o Grande Dicionário Histórico (Grand Dictionnaire Historique), de
Moreri, nas sua sexta edição, dá o Papa Urbano V , e o Dicionário de Expressões
e Fábulas, de Brewer (‘’Brewer’s Dictionary of Phrase & Fable’’ –
millennium edition) dá como autor deste acréscimo o Papa Bento XI ou Clemente
V. Mas, a maioria dos autores admite que, em 1342, o Papa Bento XII acrescenta
à tiara sua terceira coroa, para simbolizar a autoridade moral do Papa sobre
todos os soberanos civis. Com este ato ele também reafirmou a posse e Avinhão.
As duas ínfulas foram acrescentadas
no século XIII, sendo que apenas no início do século XVI foram acrescentados o
globo a cruzeta, como se pode ver na tiara de Júlio II. A primeira tiara de
metal, surgida no período gótico, causou vicissitudes, em razão do poder
temporal que ela representava. Levada para Avinhão, foi reconduzida a Roma, por
Gregório XI e, novamente, transferida a Avinhão, por Clemente VII. Passou
depois à Espanha, com o antipapa Bento XIII, antes de ser retomada por Martinho
V, em 1429, desaparecendo em 1485, quando foi roubada (E. Müntz, La Tiare
pontificale du VIIIe au XVIe s. – Mém. de l’Acad. des Inscriptions, 1897).
Durante a época da Revolução e da
guerras da Itália, os soldados franceses pilharam muitas tiaras, das quais se
perderam os rastros. Restaram entretanto as mais belas: a de Júlio II e de
Paulo III.
AS TIARAS MAIS ANTIGAS:
As tiaras mais antigas foram destruídas, particularmente, a de Júlio II
desenhada por Ambrósio Foppa ao custo de duzentos mil ducados, um terço das
arrecadações anuais dos Estados Pontifícios, na época em que um
pároco recebia vinte e cinco ducados ao ano; e a de São Silvestre Algumas
tiaras antigas foram desmanchadas pelos papas outras saqueadas por invasores
militares. O Papa Clemente VII mandou fundir todas as tiaras e jóias do papado,
em 1527, para reunir os quatrocentos mil ducados pedidos em resgate pelo
exército invasor do Imperador Carlos V. O saque realizado
pelo exército de Louis Alexandre Berthier, em 1798, subtraiu inúmeras tiaras ao
patrimônio dospapas. Demonstrando que a importância da tiara emas
pelo que ela representa do que pelo seu valor material, quando Roma estava nas
mãos dos franceses, o Papa Pio VII exilado em
Veneza, foi coroado a 21 de março de 1800, com uma tiara de papel maché, feita
pelas damas da cidade. Em decorrência do Tratado de Tolentino, o Papa Pio VI as
entrega em pagamento, conservando apenas a de “papel maché”. Muitas tiaras
foram oferecidas aos papas por líderes mundiais e Chefes de Estado, com a
rainha Isabel II de Espanha, o kaiser Guilherme II da Alemanha, e o Imperador Francisco
José I da Áustria.
Após a concordata, Napoleão oferece uma tiara suntuosa a Pio VII, a chamada “Tiara Napoleônica”, feita com peças das tiaras papais anteriormente pilhadas.
Após a concordata, Napoleão oferece uma tiara suntuosa a Pio VII, a chamada “Tiara Napoleônica”, feita com peças das tiaras papais anteriormente pilhadas.
A última tiara usada numa coroação foi a de Paulo VI, que era
muito mais cônica que as anteriores, sem jóias e gemas preciosas, e que,
seguindo a tradição, foi ofertada ao pontífice eleito pelos fiéis da sua cidade
de origem, no caso Milão.
Vinte e duas tiaras papais chegaram aos dias atuais e maioria dela estão em exposição no Vaticano. As mais apreciadas são: a chamada “Tiara Belga” de 1871, a de 1877 e a de 1903.
Vinte e duas tiaras papais chegaram aos dias atuais e maioria dela estão em exposição no Vaticano. As mais apreciadas são: a chamada “Tiara Belga” de 1871, a de 1877 e a de 1903.
SINGNIFICADO DA TIARA – COROA TRÍPICE PAPAL ou “Triregnum”
Simbolismo da tiara papal: Os autores dão vários significados
para as três coroas. Sendo que todos se referem a um triplo poder.
O significado das três coroas
evoluiu no decorrer da história. Tradicionalmente,o triplo poder (militar, civil e religioso) era
igualmente exprimido por três títulos:
1. Pai de reis
2. Regente do Mundo
3. Vigário de Cristo
A maioria dos autores assim explicam:
·
A primeira coroa é símbolo do poder da Ordem Sagrada, pelo que o
Papa éVigário de Cristo sucessor de São
Pedro , nomeando os bispos e sendo, por excelência, o grande Pai da Cristandade.
·
A segunda coroa representa o poder do Jurisdição, em virtude do
poder das chaves, ou seja, o de ligar e desligar na terra e no céu.
·
A terceira coroa representa o poder do Magistério, em virtude da
infalibilidade papal. Outros autores dizem que as três coroas expressam as três
fases da Igreja: militante (na terra), padecente (no purgatório) e triunfante
(no céu).
Outra explicação fala das três
funções do papa:
·
Sacerdote: (bispo de Roma)
·
Rei: Chefe de Estado soberano
·
Mestre: árbitro e detentor do magistério supremo, dotado de infalibilidade
Ainda temos que o Papa é para os
cristãos:
·
Sacerdote soberano
·
Grande juiz
·
Legislador
E por fim, outros dividem as coroas
pelos poderes:
Temporal: Chefe de Estado soberano
Espiritual: Chefe da Igreja
Moral: superioridade em relação aos outros poderes do mundo O uso da tiara papal:
Espiritual: Chefe da Igreja
Moral: superioridade em relação aos outros poderes do mundo O uso da tiara papal:
Seu uso sempre foi extra-litúrgico,
sendo utilizada na cerimônia de coroação papal e quando o Sumo Pontífice se
dirigia e retornava das funções solenes, como por exemplo nas procissões. Era
também colocada sobre o lado direito do altar (lado das leituras), nas missas
solenes.
Quando usada nas procissões solenes,
e quando o Papa era transportado na sede gestatória. Além disso, a tiara era
usada nos atos jurídicos solenes, como por exemplo as falas ex cathedra , no
uso da infalibilidade papal; e também na tradicional bênção Urbi et Orbi, no
Natal e na Páscoa, cerimônias que prescreviam o seu uso.
Desde Clemente V até Paulo VI todos
os papas foram corados com a tiara e a usaram como símbolo da sua autoridade,
em ocasiões cerimoniais. Os papas não eram limitados a usar somente a sua
tiara, sendo que poderiam livremente, usar outras antigas, de seus
predecessores, desde que lhes adaptassem o tamanho.
A coroação papal:
O primeiro papa a ser solenemente
coroado, depois de sua eleição, foi Nicolau II, em 1059. As primeiras coroações
ocorreram na Arquibasílica de São João Latrão. Porém, tradicionalmente, as
coroações passaram a ser na Basílica de São Pedro, sendo que algumas ocorreram
em Avinhão. Em 1800. Pio VII foi coroado na igreja do mosteiro beneditino de
São Jorge, em Veneza. Desde 1823, todas as coroações ocorreram em Roma, sendo
que até a metade do século XIX, voltaram a ser realizadas na Arquibasílica de
São João Latrão e depois, novamente, em São Pedro. Os papas Leão XIII e Bento
XV foram coroados na Capela Sistina. Pio XI foi coroado na frente do altar-mor
da basílica vaticana.
Já, os papas Pio IX, Pio XII, João XXIII e Paulo VI foram todos coroados no balcão principal da basílica, para que a multidão da Praça de São Pedro pudesse visualizar a cerimônia. A primeira coroação a ser filmada e transmitida por rádio foi a de Pio X II, que durou seis horas e contou com a presença de diversos reis, príncipes, chefes de Estado.
Já, os papas Pio IX, Pio XII, João XXIII e Paulo VI foram todos coroados no balcão principal da basílica, para que a multidão da Praça de São Pedro pudesse visualizar a cerimônia. A primeira coroação a ser filmada e transmitida por rádio foi a de Pio X II, que durou seis horas e contou com a presença de diversos reis, príncipes, chefes de Estado.
Considerações finais - Pelo visto nessa matéria, fica provado a autencidade da profecia, historicamente, no livro do Apocalipse, indicando que tudo tem secumprido através dos anos, e que vai se cumprir o que ainda resta, no final dos tempos dos gentios. Então, o mundo verá o cumprimento dessa profecia: "v7 Eis que vem com as nuvens, e todo olho o verá, até mesmo aqueles que o traspassaram; e todas as tribos da terra se lamentarão sobre ele. Sim. Amém. v8 Eu sou o Alfa e o èmega, diz o Senhor Deus, aquele que é, e que era, e que há de vir, o Todo-Poderoso.(...) "Aquele que testifica estas coisas diz: Certamente cedo venho. Amém; vem, Senhor Jesus" Ap 22.20 (Pesquisa do Pr Djama Pereira)
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