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quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

ISRAEL - Profecias sobre o Futuro de Israel (X)


RESUMO PROFÉTICO SOBRE O FUTURO DE ISRAEL

1. O Sionismo - Os Judeus continuarão a voltar à Palestina, mas com incredulidade a respeito do Messias, o Senhor Jesus Cristo, como está escrito: Ez 37. 21-22. "Dize-lhes, pois: Assim diz o Senhor Jeová: Eis que eu tomarei os filhos de Israel de entre as nações para onde eles foram, e os congregarei de todas as partes, e os levarei à sua terra. 22E deles farei uma nação na terra, nos montes de Israel, e um rei será rei de todos eles; e nunca mais serão duas nações; nunca mais para o futuro se dividirão em dois reinos(...)" (Lc 21.24; Rm 11.25).

2. A aliança com o Anticristo - Depois do arrebatamento da Igreja de Cristo Triunfante a nação Israelita fará uma aliança com o Anticristo no começo da septuagésima semana de Daniel, conforme a profecia de Daniel. Dn 9.26-27. " (...) e o povo do príncipe, que há de vir, destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será com uma inundação; e até ao fim haverá guerra; estão determinadas assolações".

3. Ruptura da aliança com o Anticristo - Mas na metade da semana de 7 anos, o Anticristo fará cessar a aliança, uma parte dos Judeus, isto é, o remanescente, (Rm 11.5), não adorará a imagem do Anticristo feita pelo falso profeta, assim: Dn 9.27: "(...) E ele (o Antiristo) firmará um concerto com muitos por uma semana; e, na metade da semana, fará cessar o sacrifício e a oferta de manjares; e sobre a asa das abominações virá o assolador, e isso até à consumação; e o que está determinado será derramado sobre o assolador". (Ap ; 12.3, 4, 9-17; 13.4, 8, 14-15)

4. Guerra do Amargedom contra Israel - Israel será atacado, sob o domínio do Anticristo, por quatro grupos de nações descritos nos capítulos 38 e 39 do livro do profeta Ezequial, sendo um deles, independente. Este conflito mundial está previsto na batlha do Armagedom citada em Ap 16.12-16. Tudo indica que a batalha do Armagedom será contra Israel encabeçada pela Russia e os poderes do Norte, seguida de outros povos, asiáticos, europeus e africanos, antes da seguna vinda do Senhor. As Escrituras (Ez 38-39) chamam essa conferação lideradas por dois grandes reis: "O rei do Norte e o Rei do Sul". Vejamos como serão formados esses grupos:

a) O primeiro - Reino do Norte - é representado pelos povos descendentes de Gogue um príncipe e Meseque sua terra Magogue (Moscou) e Tubal (Turquia Asiática), Síria, Iraque, e seu bando vindo do Norte, que ficam ao norte da Palestina ao redor dos mares Negro e Cáspio, os quais são, provavelmente, os países (cimérios norte do mar Negro) que se separaram do sul da Russia;

b) O segundo - Reino do Sul - é formado pela Pérsia (atual Irã), Etiópia, (ou Cuxe) Líbia (ou Pute); e Egito com os demais descentes que migraram para o sul da África.

c) O terceiro é represtado por Togarma (prováveis formadores dos eslavos orientais que povoam parte das estepes da Russia Européia, Ez 27.14; 38.6), e Gômer - filho de Jafé - (Ez 38.6) que formaram parte das nações européias; e,

d) O quarto grupo composto dos reis do oriente, simbolicamente, representados por "Sabá (atual Iêmen) e Dedã (sul de Edom)", que, provavelmente, seria os Árabes, e parte da África, unidos aos mercadores de "Társis (Ez 38.13), que é a rocha de Gibraltar e litoral sul da Espanha". "A idéia geral desse grupo de Társis é de um império no Atlântico com suas colônias e seus seus governadores, rapaces, roubadores (...)", à semelhança do Reino Unido ligado aos países satélites por tratados internacionais, característica de uma Economia Globalizada. Mas, todas eles serão derrotados na última batalha do Amargedom, Ap 16.17-21.

5. Perseguição do Anticristo contra os Judeus - Depois o Anticristo fará uma intensa perseguição contra os Judeus que não o adorarão. Ap 13.5-7: "(...) E foi-lhe dada uma boca para proferir grandes coisas e blasfêmias; e deu-se-lhe poder para continuar por quarenta e dois meses. 6E abriu a boca em blasfêmias contra Deus, para blasfemar do seu nome, e do seu tabernáculo, e dos que habitam no céu. 7E foi-lhe permitido fazer guerra aos santos e vencê-los; e deu-se-lhe poder sobre toda tribo, e língua, e nação". (Ap 12.9-17; 13.14-18; 20.4).

6. A batalha do Armagedom - No fim da tribulação, as nações, na batalha do Armagedom atacarão Israel. Ap 16.15-16: "(...) 15Eis que venho como ladrão. Bem-aventurado aquele que vigia e guarda as suas vestes, para que não ande nu, e não se vejam as suas vergonhas. 16E os congregaram no lugar que em hebreu se chama Armagedom". (Ez 39.1-15; Zc 14; Ap 9.13-21; 16.12-21).

7. Volta do Messias (o Cristo) para reinar - Mas, neste tempo o Messias (Cristo) voltará e salvará Israel desse estado de sítio terrível. Ap 1.7-8: "7Eis que vem com as nuvens, e todo olho o verá, até os mesmos que o traspassaram; e todas as tribos da terra se lamentarão sobre ele. Sim! Amém! 8Eu sou o Alfa e o Ômega, o Princípio e o Fim, diz o Senhor, que é, e que era, e que há de vir, o Todo-poderoso". (Zc 12.8-11; 13.6-9; 14.3-11; Ap 1.7; 11.15-19; 16.17-21).

8. A conversão nacional de Israel a Cristo Jesus - Israel, depois de um longo período de incredulidade, aceitará o seu Messias (Cristo). Eles vê-Lo-ão com seus próprios olhos aquele que foi crucificado e crerão. Zc 12.10: "(...) 10E sobre a casa de Davi e sobre os habitantes de Jerusalém derramarei o Espírito de graça e de súplicas; e olharão para mim, a quem traspassaram; e o prantearão como quem pranteia por um unigênito; e chorarão amargamente por ele, como se chora amargamente pelo primogênito". (Zc 12.9-11; .13.6-9; Ap .7.1-8; ).

9. A ressurreição de Israel e dos gentios salvos na tribulação - Os justos, em Israel, serão ressuscitados no fim da Grande Tribulação. Esta ressurreição de Israel certamente incluirá os justos entre os gentios que creram e foram martirizados durante a tribulação. Vejamos:

a) O remanescente de Israel - Ez 37.3-6. "3E me disse: Filho do homem, poderão viver estes ossos? E eu disse: Senhor Jeová, tu o sabes. 4Então, me disse: Profetiza sobre estes ossos e dize-lhes: Ossos secos, ouvi a palavra do Senhor. 5Assim diz o Senhor Jeová a estes ossos: Eis que farei entrar em vós o espírito, e vivereis. 6E porei nervos sobre vós, e farei crescer carne sobre vós, e sobre vós estenderei pele, e porei em vós o espírito, e vivereis, e sabereis que eu sou o Senhor". Dn 12.1, 2. "Naquele tempo se levntará Miguel, o grande Príncipe, que se levantará pelos filhos do teu povo (Israel) (...) e muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para a vida eterna, e outros para vergonha e despezo eterno". (Ez 37.1-14; Dn 12.1-3; Ap 12.10-11)

b) O remanescente dos gentios -
Ap.7.13-14. "(...) Estes que estão vestidos de vestidos brancos, quem são , e donde vieream? E eu disse-lhes: Senhor, tu sabes. E ele disse-me: Estes são os que vieram da grande tribulação, e lavaram os seus vestidos e os branqueram no sangue do Cordeiro".
Ap 20.4-5: (...) e vi as almas daqueles que foram degolados pelo tetenunho de Jesus, e pela paravra de Deus, e que não adoraçam a besta, nem a sua imagem, e não receberam o sinal em suas testas nem em suas mãos; e viveram , e reinaram com Cristo durante mil anos. 5Mas os outros mortos não reviveram, até que os mil anos se acabaram. Esta é a primeira ressurreição". (Ap 7.9-17; 20.4-6).

10. A Primeira ressurreição para entrada do Milênio - Israel, com outras nações salvas, entrará no reino do milênio, que será então estabelecido por Cristo, (Mt 25.31-34), e se cumprirão as demais promessas do Antigo Testamento com respeito a Israel. Ap 20.6: "Bem-aventurado e santo aquele que tem parte na primeira ressurreição; sobre estes não tem poder a segunda morte, mas serão sacerdotes de Deus e de Cristo e reinarão com ele mil anos". (Sl 2; Is 11; Zc 14).

11. Os 12 aopóstolos julgarão as 12 tribos de Israel - Os apóstolos reinarão sobre Israel durante o milênio julgando as doze tribos de Israel. Mt 19.27-28: "27Então, Pedro, tomando a palavra, disse-lhe: Eis que nós deixamos tudo e te seguimos; que receberemos? 28E Jesus disse-lhes: Em verdade vos digo que vós, que me seguistes, quando, na regeneração, o Filho do Homem se assentar no trono da sua glória, também vos assentareis sobre doze tronos, para julgar as doze tribos de Israel". Davi ressuscitado também reinará. (2ª Sm 7.8-17-Sl 2; Ez 34.23, 24; 37.24, 25; Mt 19.27-28).

12. Israel será a Cabeça das nações - Israel será a Cabeça das nações e não mais a cauda. Dt 28.3: (...) 3E o Senhor te porá por cabeça e não por cauda; e só estarás em cima e não debaixo, quando obedeceres aos mandamentos do Senhor, teu Deus, que hoje te ordeno, para os guardar e fazer."(Dt 28.13; Is 54).

13. Jerusalém será a capital religiosa do mundo. Is 2.3: "E virão muitos povos e dirão: Vinde, subamos ao monte do Senhor, à casa do Deus de Jacó, para que nos ensine o que concerne aos seus caminhos, e andemos nas suas veredas; porque de Sião sairá a lei, e de Jerusalém, a palavra do Senhor" (Is 2).

14. Aliança do Renovo de Justiça (Jesus) - Deus fará uma aliança com Israel. Jr 33.15-16: "(...) 14Eis que vêm dias, diz o Senhor, em que cumprirei a palavra boa que falei à casa de Israel e à casa de Judá. 15Naqueles dias e naquele tempo, farei que brote a Davi um Renovo de justiça, e ele fará juízo e justiça na terra. 16Naqueles dias, Judá será salvo, e Jerusalém habitará seguramente; e este é o nome que lhe chamarão: O Senhor É Nossa Justiça". (Jr 33.1-26).

15. Os novos céus e a nova terra - Depois do milênio, este mundo (kosmos) será purificado com fogo e Deus criará uma nova terra e novos céus onde habita a justiça, onde Israel e as outras nações salvas habitarão eternamente, assim: " 10Mas o Dia do Senhor virá como o ladrão de noite, no qual os céus passarão com grande estrondo, e os elementos, ardendo, se desfarão, e a terra e as obras que nela há se queimarão. 11Havendo, pois, de perecer todas estas coisas, que pessoas vos convém ser em santo trato e piedade 12aguardando e apressando-vos para a vinda do Dia de Deus, em que os céus, em fogo, se desfarão, e os elementos, ardendo, se fundirão? 13Mas nós, segundo a sua promessa, aguardamos novos céus e nova terra, em que habita a justiça.(...) 1E vi um novo céu e uma nova terra. Porque já o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar já não existe. 2E eu, João, vi a Santa Cidade, a nova Jerusalém, que de Deus descia do céu, adereçada como uma esposa ataviada para o seu marido. (...) 5E o que estava assentado sobre o trono disse: Eis que faço novas todas as coisas. E disse-me: Escreve, porque estas palavras são verdadeiras e fiéis. 6E disse-me mais: Está cumprido; Eu sou o Alfa e o Ômega, o Princípio e o Fim. A quem quer que tiver sede, de graça lhe darei da fonte da água da vida". (II Pe 3.7-14; Ap 21).

Conclusão - Todos aqueles que creram e aceitaram Jesus como o Salvador, o Cristo e o Senhor, ressuscitarão com um corpo incorruptivel e imortalizado para reinar eternamente com Cristo em glória. assim: 1ª Ts 4.16-17: "(...) 16 Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro; 17 depois, nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor". Oxalá que você seja um dos tais para reinar eternamente com Cristo na nova Jerusalém celestial. Amém.

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

ISRAEL - O Relógio de Deus entre as Nações (IX) - 3ª Parte


O PLANO INTERNACIONAL DE PAZ PARA O ORIENTE MÉDIO.

a) O Plano de Paz para Israel e os Palestinos - Confirmando a seqüência desses sinais proféticos com relação a Israel e as outras nações, no dia 07 de Junho de 2003 foi noticiado pela “France Press, em Àcaba (Jordânia), “O Plano de Paz para Israel e os Palestinos”, assim: Reuniram-se os líderes de Israel com os dos Estados Unidos, Rússia, União Européia e Organização das Nações Unidas, sob a égide dos EUA, e assinaram conjuntamente o “Plano Internacional de paz para o Oriente Médio, com o nome de Mapa da Paz”.

b) Objetivos do Plano de Paz para Israel e os Palestinos - Este plano tem como objetivo a criação de um Estado Palestino que possa coexistir pacificamente com Israel. Os Estados Unidos pediram imediata aplicação, com previsão de várias etapas até o ano de 2005. Todavia, sabemos que ainda não se cumpriu, estando sem data prevista para chegarem a um acordo. O documento elaborado pelos países acima mencionados denominado “quarteto”, reflete o ponto de vista do presidente George W. Bush, expressado em seu discurso de 24 de Junho de 2002.

c) É possível a coexistência passífica - Afirmaram que a solução dos dois Estados, Israelense e Palestino, para viverem juntos é possível, desde que cessem a violência e o terrorismo. A direção palestina deve lutar efetivamente contra o terrorismo e respeitar os princípios de democracia e liberdade. Israel deve estar disposto a trabalhar para que possa surgir um Estado Palestino. A solução porá fim ao conflito israelense-palestino considerando-se a ocupação dos territórios conquistados por Israel em 1967, e também, fará com que os países árabes reconheçam o direito de Israel viver em paz nas questões sírias e libanesas.

d) As três fazes do plano - O plano tem três fases que seriam executadas até 2005, para resolver as questões sobre Jerusalém, (Lc 13.34-35); os refugiados palestinos; e as colônias judaicas. Quando isso ocorrer, certamente, deverá se cumprir as profecias de Lc 21.24 e I Ts 5.1-4. (Matéria publicada no Informativo Regional Sudeste, 09)

e) A figueira -Israel - indicando que está próximo o verão - Jesus comparou esses sinais a uma figueira quando está próximo do verão. Sabemos que a figueira é um tipo de Israel, (Mt 24.32-35; Mc 11.12-21), como, também, a videira é um tipo de Cristo e Sua Igreja. (Jo 15.1-8). Por isso que Jesus no seu sermão profético alertou a seus discípulos que olhassem para estes sinais dos tempos, em relação ao surgimento da nação de Israel entre as nações, assim como, a figueira quando começa a “brotar os seus ramos e folhas indica que está próximo o verão". Foi com a parábola da figueira (Israel) que Jesus previu esses acontecimentos, dizendo: (...) "Quando já os seus ramos se tornam ternos e brotam folhas, sabeis que está próximo o verão. Igualmente, quando virdes todas estas coisas, sabei que ele (Jesus) está próximo, às portas.” (Mt 24.32-35). É, também, como se fosse um relógio que faz a contagem regressiva para o lançamento de um foguete espacial, e no relógio escatológico de Deus já estamos nas últimas horas. (...) "Aquele que testifica estas coisas diz: Certamente cedo venho. Amém. Ora vem, Senhor Jesus". (Continua) >>>>>>

ISRAEL - O Relógio de Deus Entre as Nações (VIII) - 2ª parte



AS BATIDAS HISTÓRICAS DO RELÓGIO DE DEUS - ISRAEL - ENTRE ÀS NAÇÕES.

Deus promete dar as terras de Canaan a Abraão, assim: "Disse Jehovah a Abrão, depois que Ló se separou dele: Levanta agora os olhos, e desde o lugar onde estás olha para o Norte, para o Sul, para o Oriene e para o Ocidente; porque toda essa terra que vês, te hei de dar a ti e à tua semente para sempre. (Gn13.14-15)
Deus mostra a Moisés a terra prometida, assim: "Subiu, pois, Moisés das planícies de Moab ao monte Nebo, ao alto de Fasga, defronte de Jericó. O Senhor mostrou-lhe toda a terra de Galaad até Dan, todo o Neftali, a terra de Efraim, de Manasés, toda a terra de Judá até ao mar extremo, a parte meridional, a espaçosa campina de Jericó, cidade das palmeiras, até Segor. E o Senhor disse-lhe: Esta é a terra pela qual jurei a Abraão, Isaac e Jacó, dizendo: Eu a darei à tua posteridade (...). (Dt 34.1-4).
As terras bíblicas dadas por herança às 12 tribos de Israel, conforme a promessa feita por Deus a Abraão estão mencionadas detalhadamente nos capítulos 13 a 22 do livro de Josué. É por isto que Israel briga pelas terras bíbblicas como sua herança legítima até aos dias de hoje, assim:

a) Início das guerras contra Israel - A partir da criação do novo Estado de Israel em 1948, começou no oriente médio um período de sucessivas guerras dos palestinos, tendo a frente Yasser Arafat que instalou um quartel-geral autônomo na faixa de Gaza, não querendo reconhecer o Estado de Israel, e muito menos a posse das terras bíblicas. Vejamos alguns exemplos:

b) Guerra em 1956 - Houve a guerra do Sinai quando o Egito atacou Israel e perdeu todo o Sinai, porem, depois Israel o devolveu ao Egito. Os observadores da ONU ficaram com a incubência de controlar o monte Sinai para evitar novos conflitos, que durou até o ano de 1967.

c) Guerra de 6 dias em 1967 - Em 1967 houve um conflito extraordinário liderado pelo Egito que acumulou grande poder bélico, fazendo com que os observadores da ONU saíssem do Sinai, fingindo que não tinha interesse militar contra Israel. Depois disto, o Egito desfechou de supresa um ataque contra Israel o qual se defendeu heroicamente destruindo, surpreendentemente, durante 6 dias os inimigos, mesmo o Egito tendo bastante aviões e tanques de guera. É a chamada “guerra dos seis dias”. A Síria e a Jordânia empolgadas pelos acontecimentos, também, resolveram entrar nessa guerra contra Israel. Como resultado desta guerra, o Egito perdeu o domínio sobre o Sinai, a Síria perdeu as colinas de Golã e a Jordânia e a Cisjordânia perderam parte do seu domínio, e Israel chegou vitoriosamente até o canal de Suez.

d) Guerra do Egito em 1973 - Outra vez o Egito ataca Israel de surpresa no dia do Yom Kipur, - dia do perdão -, o dia mais sagrado do povo judeu. O presidente dos Estados Unidos Richard Nixon, por intermediação do Secretário de Estado Henry Kinsinger, mandou armas e tanques para ajudar a Israel que venceu novamente a guerra. Posteriormente, em 1979 Israel fez um acordo com o presidente do Egito, após Hanuar Sadat reconhecer Israel como nação independente, que em troca delvolveu o Sinai ao Egito.

e) Acordo de paz em 25 de Julho de 1994 - A Jordânia firma com Israel um acordo histórico de paz na Casa Branca em Washington, assinado pelo rei Hussein e o primeiro-ministro de Israel Yitzhak Rabin, tendo como testemunha formal o presidente norte americano Bill Clinton, pondo fim a 46 anos de conflito entre os dois paises.

f) Ameça de mais guerra pelos Árabes - Entre os dias 12 e 15 de Março de 1995 foi promovido um simpósio no Cairo capital do Egito, onde os árabes conclamaram os 1,2 bilhões de muçulmanos para uma Guerra Santa contra Israel, com o objetivo de libertar Jerusalém do domínio judaico.

g) Sinal histórico - o Muro das Lamentações - Mencionamos um fato notável que aconteceu em 23 de Setembro de 1996. Foi a abertura de um túnel que liga o Muro das Lamentações à Via Dolorosa, o qual passa ao longo do monte do antigo templo de Jerusalém, onde se ergueu a mesquita Al-Aqsa, local sagrado dos mulçumanos. Isto desencadeou uma grande violência que durou 4 dias de conflitos e 80 mortes.

Provavelmente neste local os judeus querem reconstruir o terceiro Templo para restabelecer o culto e os sacrifícios segundo a Lei de Moisés, quando, então, se cumprirá a profecia de Daniel citada por Jesus. (Dn 12.6-12; Mt 24.15) - Continua>>>>

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

ISRAEL – O relógio de Deus entre as nações (VII)


A NAÇÃO DE ISRAEL É O SINAL ESCATOLÓGICO ENTRE AS NAÇÕES

a) O relógio de Deus - Com a parábola da figueira, Jesus mostrou o sinal histórico dos últimos tempos, com relação a Israel e as outras nações, assim: "Aprendei pois a parabóla da figeueira: Quando já os seus ramos se tornam tenros e brotam folhas, sabeis que está próximo o verão. Igualmente, quando virdes todas estas coisas, sabei que ele (Jesus) está próximo, às portas" (...) Mt 24:32-35; Mc 13:28-31; Lc 21:29-35.

b) O sinal da paz mencionado por Paulo - O apóstolo Paulo deu outro sinal, com as seguintes palavras proféticas: “Pois que, quando disserem: Há paz e segurança, então lhes sobrevirá repentina destruição, como as dores de parto àquela que está grávida, e de modo nenhum escaparão” (I Ts 5.3).

Historicamente o cumprimento desse sinal deu início assim:

c) Cumprimento histórico - Após a grande perseguição do tirano alemão Hitler aos judeus dispersos, na II Guerra Mundial, onde seis milhões de judeus foram mortos como animais, em campos de concentrações e nas câmaras de gás, os judeus que escaparam em todo mundo, dirigiram-se à palestina, com o sonho de reconstruir sua antiga pátria.

d) A Assembléia Geral da ONU- Para cumprimento das profecias, em maio de 1947, a Assembléia Geral da ONU estabeleceu o Comitê Especial das Nações Unidas para palestina, integrado por 11 países, para aprovarem um plano a fim de criarem o novo Estado de Israel. Os árabes foram contra, como acontece até nossos dias. O projeto da ONU era para que fosse formado um estado judaico composto de três áreas ligadas entre si, e um Estado palestino nas mesmas condições. Jerusalém ficaria de fora como uma zona neutra sob um regime internacional, administrada pelas Nações Unidas.


Após longos debates, no dia 29 de Novembro de 1947, a Assembléia Geral da ONU aprovou com 2/3 dos votos dos seus representantes, a formação de dois estados, sendo: um palestino e outro judaico. O brasileiro Oswaldo Aranha teve o privilégio de presidir esta Assembléia. Logo após, o Conselho da Liga dos Estados Árabes se manifestou contra, afirmando que impederia o estabelecimento do referido projeto, declarando, assim, um estado de guerra.

Mesmo assim, os judeus se prepararam para assumir o poder quando o novo Estado fosse proclamado como um governo provisório. No dia 14 de maio de 1948, no museu da cidade de Tel Aviv, às 16 horas, nascia um pais com o nome de Estado de Israel.

e) Cumprimento parcial das profecias - Com isto se deu o cumprimento parcial das profecias de Jeremias e Ezequiel: (...) "Dize-lhes pois: Assim diz o Senhor Jeová: Eis que Eu tomarei os filhos de Israel de entre as nações, para onde eles foram, e os congregarei de todas as partes, e os levarei à sua terra. E deles farei uma nação na terra, nos montes de Israel, e um rei será rei de todos eles; e nunca mais serão duas nações, nunca mais para o futuro se dividiração em dois reinos." Ez 37.21-22. Como já estava previsto na profecia de Isaías assim: Quem jamais ouviu tal coisa, quem jamais viu coisa semelhante? É possível um pais nascer num dia? Pode uma nação ser criada repentinamente? Desde as primeiras dores de Sião deu à luz seus filhos” Is 68.8.

Nesse mesmo dia Israel foi atacado pelos exércitos do Egito, Jordânia, Iraque, Síria, Líbano e Arábia Saudita, mesmo estando em superioridade, não conseguiram êxito.

f) Declaração da criação do novo Estado de Israel - Na noite do dia 14 para 15 de maio de 1948, inspirado por Deus, o novo primeiro-ministro de Israel, David Bem Gurion, declarou para todo mundo o seguinte: “Aqui é o Estado de Israel! Fala Bem Gurion o primeiro-ministro de Israel. Esperamos durante 2000 mil anos por esta hora e agora aconteceu. Quando o tempo está cumprido nada pode resistir a Deus! (Citação retirada do Jornal Notícias de Israel, Fevereiro de 1996).

g) Início da volta dos judeus para o Estado de Israel - Com a criação do novo Estado de Israel mais de 150 mil judeus que moravam no Egito, Argélia, Síria, Marrocos, Rússia e outros países imigraram para Israel, e foram recebidos jubilosamente e o governo deu-lhes casas para morarem, planos de saúde, educação, nacionalidade, liberdade de cultuar a Deus, etc. Deu-se início ao cumprimento do que Jesus predisse: "(...) E cairão ao fio da espada, e para todas as nações serão levadas cativas; e Jerusalém será pisada pelos gentios, até que os tempos dos gentios se completem." Lc 21.24. Continua>>> (Fonte: O Livro o Lindo Amanhecer, Gerson do Vale, ano 1997)