sexta-feira, 9 de julho de 2010

O Tabernáculo e a glória de Deus com os homens


O Tabernáculo de Deus com os homens.

Foi assim que o apóstolo João viu o Tabernáculo de Deus com os homens no livro do Apocalipse:
Texto básico: "E eu, João, vi a santa cidade, a nova Jerusalém, que de Deus descia do céu, adereçada como uma esposa ataviada para o seu marido. E ouvi uma grande voz do céu, que dizia: Eis aqui o tabernáculo de Deus com os homens, pois com eles habitará, e eles serão o seu povo, e o mesmo Deus estará com eles, e será o seu Deus. E Deus limpará de seus olhos toda a lágrima; e não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor; porque já as primeiras coisas são passadas". Ap 21.2-4.

Introdução - O verdadeiro Tabernáculo celestial. Foi assim como o apóstolo Paulo resumiu a visão celestial do verdadeiro Tabernáculo fundado pelo Senhor, estando Jesus ressucitado à direita de Deus Pai, como Sumo Sacerdote eterno. O tabernáculo do Velho Testamento era, apenas, exemplo e sombra do que foi divinamente mostrado a Moisés no monte Sinai. Como está escrito assim: Hb 8.1-5 - "v1 Ora, a suma do que temos dito é que temos um sumo sacerdote tal, que está assentado nos céus à destra do trono da majestade, v2 Ministro do santuário, e do verdadeiro tabernáculo, o qual o Senhor fundou, e não o homem. (...) v5 Os quais servem de exemplo e sombra das coisas celestiais, como Moisés divinamente foi avisado, estando já para acabar o tabernáculo; porque foi dito: Olha, faze tudo conforme o modelo que no monte se te mostrou". A revelação completa só foi dada no livro de Apocalipse por meio do apóstolo João. (Ap 21.1-6; 21-26).

Para se entender melhor este estudo é preciso analizarmos algums textos bíblicos no Velho e Novo Testamento, a saber:

I - No Velho Testamento:

Organização do Acampamento em Israel: Deus comanda a partir da Tenda da Congregação. A organização começou com o senso através dos varões, cabeça por cabeça, assim:

i) Através de Moisés: Nm 1.1-3 - "v1 Falou mais o SENHOR a Moisés, no deserto do Sinai, na tenda da congregação, no primeiro dia do segundo mês, no segundo ano da sua saída da terra do Egito, dizendo: v2 Tomai a soma de toda a congregação dos filhos de Israel, segundo as suas gerações, segundo a casa de seus pais, conforme o número dos nomes de todo varão, cabeça por cabeça; v3 da idade de vinte anos para cima, todos os que saem à guerra em Israel, a estes contareis segundo os seus exércitos, tu e Arão".

ii) Através dos líderes nomeados: A liderença começou com os príncipes de milhares de cada tribo de Israel, depois os chefes de cem, de cinquenta, e de dez, (Ler: Êx 18.21), assim: Nm 1.4-16 - "v4 Estará convosco, de cada tribo, um homem que seja cabeça da casa de seus pais. v5 Estes, pois, são os nomes dos homens que estarão convosco: v6. De Rúben, Elizur, filho de Sedeur; Nm 1.6 de Simeão, Selumiel, filho de Zurisadai; v7 de Judá, Naassom, filho de Aminadabe; v8 de Issacar, Natanael, filho de Zuar; v9 de Zebulom, Eliabe, filho de Helom; v10 dos filhos de José: de Efraim, Elisama, filho de Amiúde, e de Manassés, Gamaliel, filho de Pedazur; v11 de Benjamim, Abidã, filho de Gideoni; v12 de Dã, Aiezer, filho de Amisadai; v13 de Aser, Pagiel, filho de Ocrã; v14 de Gade, Eliasafe, filho de Deuel; v15 de Naftali, Aira, filho de Enã. v16 Estes foram os chamados da congregação, os príncipes das tribos de seus pais, os cabeças dos milhares de Israel".

O senso foi feito por meio dos cabeças de cada tribo formando quatro grupo de três tribos correspondendo aos pontos cardeais: Norte, Sul, Leste (Oriente) e Oeste (Poente): Ler: Nm 1.1-46

1ª Grande Divisão da banda do Leste formado pelas tribos de Judá, Isacar e Zebolom. Total de 186.4oo homens. Estes marcharam em primeiro lugar, sob a bandeira com a insígnia dum Leão, (Nm 2.9), a saber:

i. Contados da tribo de Judá - Total: 74.600 - "Os que armarem as suas tendas do lado do oriente, para o nascente, serão os da bandeira do exército de Judá, segundo os seus esquadrões, e Naassom, filho de Aminadabe, será príncipe dos filhos de Judá". Nm 2.3,4, foram contados deles, da tribo de Judá, setenta e quatro mil e seiscentos.

ii. Contados da tribo de Issacar - Total: 54.400 - Nm 2.5-6, foram contados deles, da tribo de Issacar, cinqüenta e quatro mil e quatrocentos.

iii. Contados da tribo de Zebulom - Total: 57.400 - Nm 2.7-8, foram contados deles, da tribo de Zebulom, cinqüenta e sete mil e quatrocentos.

2ª Grande Divisão da banda do Sul formado pelas tribos de Ruben, Semeão e Gade, sob a bandeira com a insígnia de um rosto de homem. Total de 151.450, Nm 2.16. Estes marcharam em segundo lugar, a saber: .

i. Contados da tribo de Ruben - Total: 46.500 - Foram contados deles, da tribo de Rúben, quarenta e seis mil e quinhentos. Nm 2.11. (...) A bandeira do exército de Rúben, segundo os seus esquadrões, estará para o lado do sul; e Elizur, filho de Sedeur, será príncipe dos filhos de Rúben". Nm 2.10

ii. Contados da tribo de Simeã0 - Total: 59.300 - Foram contados deles, da tribo de Simeão, cinqüenta e nove mil e trezentos, Nm 2.12-13.

iii. Contados da tribo de Gade - Total: 45.650 - Foram contados deles, da tribo de Gade, quarenta e cinco mil e seiscentos e cinqüenta, Nm 2. 14-15.

3ª Grande Divisão da banda do Oeste formada pelas tribos de Efraim, Manassés e Benjamim, sob a bandeira com a insígnia de uma cabeça de boi. Total de 108.100 homens, Nm 2.24. Estes marcharam em terceiro lugar.

i. Contados da tribo de Efraim - Total: 40.500 - Foram contados deles, da tribo de Efraim, quarenta mil e quinhentos, Nm 2.19. "A bandeira do exército de Efraim segundo os seus esquadrões, estará para o lado do ocidente; e Elisama, filho de Amiúde, será príncipe dos filhos de Efraim". Nm 2.18

ii. Contados da tribo de Manassés - Total: 32.200 - Foram contados deles, da tribo de Manassés, trinta e dois mil e duzentos, Nm 2.20-21.

iii. Contados da tribo de Benjamim - Total: 35.400 - Foram contados deles, da tribo de Benjamim, trinta e cinco mil e quatrocentos, Nm 2.22-23.

4ª Grande Divisão da banda do Norte formada pelas tribos de Dã, Asser e Naftali, sob a insígnia de uma águia. Total de 157.500 homens. Nm 2.31. Estes marcharam em quarto lugar. Nm 2.31b.

i) Contados da tribo de Dã - Total: 62.700 - Foram contados deles, da tribo de Dã, sessenta e dois mil e setecentos, Nm 2.26. "A bandeira do exército de Dã estará para o norte, segundo os seus esquadrões; e Aieser, filho de Amisadai, será príncipe dos filhos de Dã". Nm 2.25

ii) Contados da tribo de Asser - Total: 41.500 - Foram contados deles, da tribo de Asser, quarenta e um mil e quinhentos. Nm 2.27-28.

iii) Contados da tribo de Naftali - Total: 53.400 - Foram contados deles, da tribo de Naftali, cinqüenta e três mil e quatrocentos, Nm 2.29-30.

Total completo do senso dos exércitos: 603.550 - Nm 1.44-46: "v44 Estes foram os contados, que contaram Moisés e Arão e os príncipes de Israel, doze homens; cada um era pela casa de seus pais. v45 Assim foram todos os contados dos filhos de Israel, segundo a casa de seus pais, de vinte anos para cima, todos os que podiam sair à guerra em Israel; v46 todos os contados, pois, foram seiscentos e três mil e quinhentos e cinqüenta". (Nm 2.32).

Segundo a tradição judaica dizia que cada estandarte tinha sua insígnia, a saber: da tribo de Judá era um leão; da tribo de Ruben era um rosto de um homem; da tribo de Efraim era a cabeça de um boi; da tribo de Dã era uma águia. Da mesma maneira, nos primeiros escritos dos quatro Evangelhos os copistas usavam estas insígnias para indicar: Mateus um leão; Marcos um boi; Lucas um homem, e João uma águia. Isto concorda com o que está escrito no livro de Apocalipse no capítulo 4 e vv 6-7: (...) v6 Há diante do trono um como que mar de vidro, semelhante ao cristal, e também, no meio do trono e à volta do trono, quatro seres viventes cheios de olhos por diante e por detrás. v7 O primeiro ser vivente é semelhante a leão, o segundo, semelhante a novilho, o terceiro tem o rosto como de homem, e o quarto ser vivente é semelhante à águia quando está voando". (Ler: Ez cap 1º)

II - Paralelismo no Novo Testamento:

Paralelismo do Livro de Números e do livro do Apocalipse: Observamos que as posições das tribos em redor do Tabernáculo, correspodem, exatamente, às posições das 12 portas que têm o nomes da 12 tribos de Israel no livro de Apocalipse (Ap 21.12-13), que, também, correspondem aos quatro pontos cardeais da terra. Com isto dá a entender que o plano de Deus em Cristo Jesus era e é atingir toda terra, conforme está escrito em Mt 24.14: (...) "E este evangelho do reino será pregado em todo o mundo, em testemunho a todas as naçöes, e então virá o fim". Ler: Mt 28.18-20; Mc 16.15-18 e At 1.8. Vejamos a seguir este paralelismo escatológico:

Paralelismo entre o Velho e Novo Testamento:

Primeiro exército: Nm 2.3-9. Paralelismo - Ap 21.13a; da banda do levante, tinha três portas;
Segundo exército: Nm 2.10-16. Paralelismo - Ap 21.13b; da banda do norte, três portas;
Terceiro exército: Nm 2.18-24. Pralelismo - Ap 21.13c; da banda do sul, três portas;
Quarto exército: Nm 2.25-31. Paralelismo - Ap 21.13d; da banda do poente, três portas.

Organização dos exércitos: (...) v34 E os filhos de Israel fizeram conforme tudo o que o Senhor ordenara a Moisés; assim, assentaram o arraial segundo as suas bandeiras; e assim marcharam, cada qual segundo as suas gerações, segundo a casa de seus pais. Nm 2.34.

Paralelismo revelado no livro do Apocalipse: Ap 21.12-15, "v12 E tinha um grande e alto muro com doze portas, e, nas portas, doze anjos, e nomes escritos sobre elas, que são os nomes das doze tribos de Israel. v13 Da banda do levante, tinha três portas; da banda do norte, três portas; da banda do sul, três portas; da banda do poente, (oeste) três portas".

Paralelismo no Velho e no Novo Testamento - A glória de Deus no Tabernáculo era o centro do comando:

O CENTRO DO COMANDO E A GLÓRIA DE DEUS NO VELHO TESTAMENTO:

No Velho Testamento - No tabernáculo estava o centro do comando: (...) "A nuvem cobriu o tabernáculo. v34 Então, a nuvem cobriu a tenda da congregação, e a glória do Senhor encheu o tabernáculo, v35 de maneira que Moisés não podia entrar na tenda da congregação, porquanto a nuvem ficava sobre ela, e a glória do Senhor enchia o tabernáculo. v36 Quando, pois, a nuvem se levantava de sobre o tabernáculo, então, os filhos de Israel caminhavam em todas as suas jornadas. v37 Se a nuvem, porém, não se levantava, não caminhavam até ao dia em que ela se levantava; v38 porquanto a nuvem do Senhor estava de dia sobre o tabernáculo, e o fogo estava de noite sobre ele, perante os olhos de toda a casa de Israel, em todas as suas jornadas". Êx 40.34-38. (Ler: Nm 9.15-23).

i) No Velho Testamento: O Tabernáculo era o centro da revelação e do comando no Velho Testamento."Nm 2.17 "Então, partirá a tenda da congregação com o exército dos levitas no meio dos exércitos; como assentaram as suas tendas, assim marcharão, cada um no seu lugar, segundo as suas bandeiras".

ii) Paralelismo no Velho Testamento - Os levitas não foram contados com homens de guerra a fim de ficarem ministrando no Tabernáculo sob o comando de Deus, assim. Nm 2.33. - Mas os levitas não foram contados entre os filhos de Israel, como o Senhor ordenara a Moisés. (...)

Orientação dada a Moisés sobre os levitas: Nm 1.50-54; (...) vv50 mas, tu, põe os levitas sobre o tabernáculo do Testemunho, e sobre todos os seus utensílios, e sobre tudo o que lhe pertence; eles levarão o tabernáculo e todos os seus utensílios; e eles o administrarão e assentarão o seu arraial ao redor do tabernáculo. v51 E, quando o tabernáculo partir, os levitas o desarmarão; e, quando o tabernáculo assentar no arraial, os levitas o armarão; e o estranho que se chegar morrerá. v52 E os filhos de Israel assentarão as suas tendas, cada um no seu esquadrão e cada um junto à sua bandeira, segundo os seus exércitos. v53 Mas os levitas assentarão as suas tendas ao redor do tabernáculo do Testemunho, para que não haja indignação sobre a congregação dos filhos de Israel; pelo que os levitas terão o cuidado da guarda do tabernáculo do Testemunho. v54 Assim fizeram os filhos de Israel; conforme tudo o que o SENHOR ordenara a Moisés, assim o fizeram. (...)

O CENTRO DO COMANDO E A GLÓRIA DE DEUS NO NOVO TESTAMENTO:

i) Paralelismo no Novo Testamento - O Centro do comando no tabernáculo de Deus com os homens como está escrito assim: "Ap 1.4-6, v4 João, às sete igrejas que estão na Ásia: Graça e paz seja convosco da parte daquele que é, e que era, e que há de vir, e da dos sete espíritos que estão diante do seu trono; v5 e da parte de Jesus Cristo, que é a fiel testemunha, o primogênito dos mortos e o príncipe dos reis da terra. Àquele que nos ama, e em seu sangue nos lavou dos nossos pecados, v6 e nos fez reis e sacerdotes para Deus e seu Pai, a ele, glória e poder para todo o sempre. Amém!"

ii) Os reinos do mundo se subjugarão ao Messias (Cristo) - Como "Reis dos reis e Senhor dos senhores, como está escrito: Ap 19.16 - "E no manto e na sua coxa tem escrito este nome: Rei dos reis, e Senhor dos senhores. (...) E o sétimo anjo tocou a sua trombeta, e houve no céu grandes vozes, que diziam: Os reinos do mundo vieram a ser de nosso Senhor e do seu Cristo, e ele reinará para todo o sempre. E os vinte e quatro anciãos, que estão assentados em seus tronos diante de Deus, prostraram-se sobre seus rostos e adoraram a Deus, dizendo: Graças te damos, Senhor Deus Todo-Poderoso, que és, e que eras, e que hás de vir, que tomaste o teu grande poder, e reinaste. E iraram-se as nações, e veio a tua ira, e o tempo dos mortos, para que sejam julgados, e o tempo de dares o galardão aos profetas, teus servos, e aos santos, e aos que temem o teu nome, a pequenos e a grandes, e o tempo de destruíres os que destroem a terra. E abriu-se no céu o templo de Deus, e a arca da sua aliança foi vista no seu templo; e houve relâmpagos, e vozes, e trovões, e terremotos e grande saraiva". (Ap 11.15-19)

iii) Aqueles que julgarão e reinarão com o Rei dos Reis (Jesus) - Como está escrito: (...) Ap 20.4-6, "v4 E vi tronos; e assentaram-se sobre eles aqueles a quem foi dado o poder de julgar. E vi as almas daqueles que foram degolados pelo testemunho de Jesus e pela palavra de Deus, e que não adoraram a besta nem a sua imagem, e não receberam o sinal na testa nem na mão; e viveram e reinaram com Cristo durante mil anos. v5 Mas os outros mortos não reviveram, até que os mil anos se acabaram. Esta é a primeira ressurreição. v6 Bem-aventurado e santo aquele que tem parte na primeira ressurreição; sobre estes não tem poder a segunda morte, mas serão sacerdotes de Deus e de Cristo e reinarão com ele mil anos".

A revelação no Apocalipse do propósito de Deus para todas as nações:

i) A glória de Deus com os homens: Paralelismo no Novo Testamento, assim como a glória e o comando de Deus estava no centro do Tabernáculo no Velho Tstamento, assim será no "Tabernáculo de Deus com os homens" na Nova Jerusalém celestial, como está escrito:

ii) O Tabernáculo de Deus com os homens. Ap 21.1-6, "v1 E vi um novo céu e uma nova terra. Porque já o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar já não existe. v2 E eu, João, vi a Santa Cidade, a nova Jerusalém, que de Deus descia do céu, adereçada como uma esposa ataviada para o seu marido. v3 E ouvi uma grande voz do céu, que dizia: Eis aqui o tabernáculo de Deus com os homens, pois com eles habitará, e eles serão o seu povo, e o mesmo Deus estará com eles e será o seu Deus. v4 E Deus limpará de seus olhos toda lágrima, e não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor, porque já as primeiras coisas são passadas. v5 E o que estava assentado sobre o trono disse: Eis que faço novas todas as coisas. E disse-me: Escreve; porque estas palavras são verdadeiras e fiéis. v6 E disse-me mais: Está cumprido. Eu sou o Alfa e o Omega, o princípio e o fim. A quem quer que tiver sede, de graça lhe darei da fonte da água da vida. v7 O vencedor herdará estas coisas, e eu lhe serei Deus, e ele me será filho".

iii) O cumprimento final do plano de Deus para todas as nações. (...) "Ap 21.14-26. v14 E o muro da cidade tinha doze fundamentos e, neles, os nomes dos doze apóstolos do Cordeiro". (...) Ap 21.21-26: "v21 E as doze portas eram doze pérolas: cada uma das portas era uma pérola; e a praça da cidade, de ouro puro, como vidro transparente. v22 E nela não vi templo, porque o seu templo é o Senhor, Deus Todo-poderoso, e o Cordeiro. v23 E a cidade não necessita de sol nem de lua, para que nela resplandeçam, porque a glória de Deus a tem alumiado, e o Cordeiro é a sua lâmpada. v24 E as nações andarão à sua luz, e os reis da terra trarão para ela a sua glória e honra. v25 E as suas portas não se fecharão de dia, porque ali não haverá noite. v26 E a ela trarão a glória e honra das nações".

Conclusão - Tudo vai se cumprir de acordo com a profecia apocalíptica e o plano de Deus através dos séculos, como está escrito assim: "v7 Eis que vem com as nuvens, e todo olho o verá, até os mesmos que o traspassaram; e todas as tribos da terra se lamentarão sobre ele. Sim! Amém! v8 Eu sou o Alfa e o Ômega, o Princípio e o Fim, diz o Senhor, que é, e que era, e que há de vir, o Todo-poderoso". Ap 1.7-8. (...) "v1 2E eis que cedo venho, e o meu galardão está comigo para dar a cada um segundo a sua obra. v13 Eu sou o Alfa e o Ômega, o Princípio e o Fim, o Primeiro e o Derradeiro. v14 Bem-aventurados aqueles que lavam as suas vestiduras no sangue do Cordeiro, para que tenham direito à árvore da vida e possam entrar na cidade pelas portas. v15 Ficarão de fora os cães e os feiticeiros, e os que se prostituem, e os homicidas, e os idólatras, e qualquer que ama e comete a mentira". Ap 22.12-15. (...) "Aquele que testifica estas coisas diz: Certamente cedo venho. Amém. Ora vem, Senhor Jesus". Ap 22.20

terça-feira, 22 de junho de 2010

OS HABITANTES DA NOVA JERUSALÉM CELESTIAL



OS NOMES INSCRITOS NO LIVRO DA VIDA DO CORDEIRO (DE JESUS CRISTO )


Jesus chama a atenção dos seus senta discípulos para a maior importância dos seus nomes estarem inscritos nos céus, do que as maravilhas, os milagres, e as libertações operadas em Seu nome, assim: "Depois disso designou o Senhor outros setenta, e os enviou adiante de si, de dois em dois, a todas as cidades e lugares aonde ele havia de ir. (...) E voltaram os setenta com alegria, dizendo: "Senhor, pelo teu nome, até os demônios se nos sujeitam. E disse-lhes: Eu via Satanás, como raio, cair do céu. Eis que vos dou poder para pisar serpentes e escorpiões, e toda a força do inimigo, e nada vos fará dano algum. Mas, não vos alegreis porque se vos sujeitem os espíritos; alegrai-vos antes por estarem os vossos nomes escritos nos céus." Lc 10.1, 17-20.

Então, com esta visão profética foi quando Jesus se alegrou no Espírito, alertando aos seus discípulos para uma revelação mais importante na eternidade, dizendo: "Naquela mesma hora se alegrou Jesus no Espírito Santo, e disse: Graças te dou, ó Pai, Senhor do céu e da terra, que escondeste estas coisas aos sábios e inteligentes, e as revelaste aos pequeninos; assim é, ó Pai, porque assim te aprouve". Lc 10.21. Por que?

Porque Jesus tinha uma visão maior da posição dos seus escolhidos com Ele na eternidade futura, a saber:

i) No livro da vida do Cordeiro (Jesus). Aqui estão registrados os nomes dos salvos por Jesus. É como um livro oficial de cartório que registra os nomes daqueles que foram redimidos pelo sangue do Cordeiro de Deus. (Ler: Ap 5.8-14). Sabemos pelo Evangelho de João que Jesus é o Cordeiro de Deus, como está escrito assim: "(...) No dia seguinte, viu João a Jesus, que vinha para ele, e disse: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!" (Jo 1.29). Como disse, também, o apóstolo Pedro, que Jesus é o Cordeiro morto antes da fundação do mundo, assim: "(...) Sabendo que não foi com coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados da vossa vã maneira de viver que por tradição recebestes dos vossos pais, mas com o precioso sangue de Cristo, como de um cordeiro imaculado e incontaminado, o qual, na verdade, em outro tempo foi conhecido, ainda antes da fundação do mundo, mas manifestado nestes últimos tempos por amor de vós". 1ª Pe 1.18-20. Desta maneira, só "no livro da vida do Cordeiro" (Ap 21.27b), é que vemos a revelação completa onde estão inscritos os nomes daqueles que foram comprados e lavados no sangue de Jesus que é "o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo". Ler: Êx 12.1-14.

ii) Com os habitantes da Nova Jerusalém. Só os que estão incritos no livro da "vida do Cordeiro" habitarão na Nova Jerusalém, pois, nela não entrará coisa alguma que contamine, mas só os que lavaram suas vestiduras espirituais no sangue do Cordeiro, como está escrito: "E não entrará nela (na Nova Jerusalém) coisa alguma que contamine, e cometa abominação e mentira; mas só os que estão inscritos no livro da vida do Cordeiro, como está escrito: "(...) Bem-aventurados aqueles que lavam as suas vestiduras no sangue do Cordeiro, para que tenham direito à árvore da vida, e possam entrar na cidade pelas portas". Ap 21.27; 22.14.

iii) Como componentes da esposa do Cordeiro. O apostolo João revela que todos os salvos componentes da Nova Jerusalém, constituem a esposa do Cordeiro (Jesus), os quais paticiparão da "ceia das bodas de casamento", após o arrebatamento da Igreja Triunfante, assim: "Regozijemo-nos, e alegremo-nos, e demos-lhe glória; porque vindas são as bodas do Cordeiro, e já a sua esposa se aprontou. E foi-lhe dado que se vestisse de linho fino, puro e resplandecente; porque o linho fino são as justiças dos santos. E disse-me: Escreve: Bem-aventurados aqueles que são chamados à ceia das bodas do Cordeiro. E disse-me: Estas são as verdadeiras palavras de Deus" (Ap 19.7-9). (...) E eu, João, vi a santa cidade, a nova Jerusalém, que de Deus descia do céu, adereçada como uma esposa ataviada para o seu marido. Ap 21.2 (...) E veio a mim um dos sete anjos que tinham as sete taças cheias das últimas sete pragas, e falou comigo, dizendo: Vem, mostrar-te-ei a esposa, a mulher do Cordeiro. E levou-me em espírito a um grande e alto monte, e mostrou-me a grande cidade, a santa Jerusalém, que de Deus descia do céu". Ap 21.9-10.



CONDIÇÕES IMPORTANTES PARA QUE OS NOMES SEJAM INSCRITOS COMO CIDADÃOS NOS CÉUS.

i) Confessar publicamente o nome de Jesus. Condição importante revelada por Jesus quando disse: "(...) Portanto, qualquer que me confessar diante dos homens, eu o cofessarei diante de meu Pai, que está nos céus, mas qualquer que me negar diante dos homens, eu o negarei também diante de meu Pai, que está nos céus". Mt 10.32-33. O apóstolo Paulo com outras palavras afirmou a mesma verdade, assim: "(...) A saber: Se com a tua boca confessares ao Senhor Jesus, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo. Visto que com o coração se crê para a justiça, e com a boca se faz confissão para a salvação". Rm 10.9-10.

ii) Ser membro da Igreja dos primogênitos que estão inscritos nos céus. O escritor da epístola aos hebreus com uma linguagem detalhada, explicita a condição e o privilégio dos que habitarão na Nova Jerusalém, assim: Hb 12.22-24; "(...) Mas chegastes ao monte Sião, e à cidade do Deus vivo, à Jerusalém celestial, e aos muitos milhares de anjos, a universal assembléia e igreja dos primogênitos, que estão inscritos nos céus, e a Deus, o juiz de todos, e aos espíritos dos justos aperfeiçoados, e a Jesus, o Mediador de uma nova aliança, e ao sangue da aspersão, que fala melhor do que o sangue de Abel".


iii) Ser batizado nas águas como testemunho público da fé: Como ordenou Jesus após sua ressurreição, assim: "E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado, Mc 16.15-16. (...) Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo. Ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Amém." Mt 28.19-20. (Ler: Rm 6.1-11).


iv) Crer no maior testemunho que Deus dá de Seu Filho. Como escreveu o apóstolo João: (...) "Se recebemos o testemunho dos homens, o testemunho de Deus é maior; porque o testemunho de Deus é este, que de seu Filho testificou. Quem crê no Filho de Deus, em si mesmo tem o testemunho; quem a Deus não crê mentiroso o fez, porquanto não creu no testemunho que Deus de seu Filho deu. E o testemunho é este: que Deus nos deu a vida eterna; e esta vida está em seu Filho. Quem tem o Filho tem a vida; quem não tem o Filho de Deus não tem a vida". 1ª Jo 5.9-12.


v) É preciso crer em Jesus como Salvador e Senhor. Como Paulo e Silas disseram ao carcereiro de Filipos, conforme está escrito em Atos dos apóstolos: "E, pedindo luz, saltou dentro e, todo trêmulo, se prostrou ante Paulo e Silas. E, tirando-os para fora, disse: Senhores, que é necessário que eu faça para me salvar? E eles disseram: Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo, tu e a tua casa". At 16.30-31. O apóstolo João afirmou a mesma verdade, também, a assim: "Estas coisas vos escrevi a vós, os que credes no nome do Filho de Deus, para que saibais que tendes a vida eterna, e para que creiais no nome do Filho de Deus." 1ª Jo 5.13.

Conclusão. Os que creem em Jesus como suficiente Salvador e Senhor irão habitar na Nova Jerusalém celestial, conforme (Ap 21.27), diz as Escrituras: "Quem crê nele (em Jesus) não é condenado, (Jo 3.18a); mas quem não crê já está condenado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus". (Jo 3.18b). Por isto, ficarão fora da Cidade Santa os que não creem em Jesus, e não têm a coragem de abandonar o mundo corrompido (kosmos), organizado e sistematizado por Satanás, o inimigo Deus, assim: "(...) E a condenação é esta: Que a luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz, porque as suas obras eram más." (Ler: Jo 3.16-19).


A setença final para aqueles que rejeitam o convite do Evangelho da graça de Deus, está registrado no Apocalipse, assim: (...) "Quanto, porém, aos covardes, aos incrédulos, aos abomináveis, aos assassinos, aos impuros, aos feiticeiros, aos idólatras e a todos os mentirosos, a parte que lhes cabe será no lago que arde com fogo e enxofre, a saber, a segunda morte". Ap 21.8. Então, faça a sua decisão hoje mesmo para teres direito a entrar na Nova Jerusalém pelas portas, e habitar nela eternamente com os salvos em Cristo Jesus. Amém.


sexta-feira, 11 de junho de 2010

A NOVA JERUSALÉM CELESTIAL (II)


A NOVA JERUSALÉM CELESTIAL: (Continuação)

Das 24 pedras levantadas no Jordão, as doze primeiras pedras já comentamos na postagem anterior. (representam os nomes das doze tribos de Israel, Js 4.1-8; Ap.21:12). Agora vamos comentar as outras doze pedras que Josué erigiu no leito do rio Jordão, simbolizando os 12 apóstolos, conforme está escrito em Js 4.9, e em Ap 21.14. Vejamos:


REVELAÇÃO DOS FUNDAMENTOS DA NOVA JERUSALÉM CELESTIAL:


Texto básico: "E o muro da cidade tinha doze fundamentos e, neles, os nomes dos doze apóstolos do Cordeiro". Ap 21.14.

Mais 12 pedras erigidas por Josué (tipo de Jesus) no Jordão, Js 4:9. Conforme está registrado discretamente no v. 9 do cap 4, assim: “Levantou Josué, também, doze pedras no meio do Jordão, no lugar do acento dos pés dos sacerdotes, que levavam a arca do concerto, e ali estão até o dia de hoje”.

Estas 12 pedras levantadas por Josué (tipo de Cristo) correspondem aos 12 apóstolos que Jesus escolheu, depois que foi batizado no rio Jordão. (Mc 3:13-19). Observe que se somando as 12 pedras representando as 12 tribos de Israel, mais as 12 pedras levantadas por Josué (um tipo de Cristo) no Jordão, da um total de 24 pedras, correspondendo aos 24 anciãos Ap (4:4; 5:14), ou seja, aos nomes das 12 tribos nas 12 portas e os nomes dos 12 apóstolos nos 12 fundamentos da nova Jerusalém no livro de Apocalipse (revelação de Jesus Cristo). (Ap 21:9-27).

Segundo um comentário feito por Scofield na sua Bíblia de estudo, afirma que: “o levantamento destes dois memoriais, foi sem dúvida em obediência a ordem direta de Deus, mas apenas a ordem relativa ao memorial do outro lado do Jordão é que ficou registrado". (Js 4:1-9)

A POSIÇÃO DA IGREJA NO MONTE DE SIÃO E NA JERUSALÉM CELESTIAL:

Textos bíblicos: Disse Jesus aos seus discípolos: "Mas não alegreis porque se vos sujeitam os espíritos; alegrai-vos, antes, por estar o vosso nome escrito nos céus". Lc 10.20. Conforme explicita a epístola aos Hebreus: (...) "Mas chegastes ao monte Sião, e à cidade do Deus vivo, à Jerusalém celestial, e aos muitos milhares de anjos, à universal assembléia e igreja dos primogênitos, que estão inscritos nos céus, e a Deus, o Juiz de todos, e aos espíritos dos justos aperfeiçoados; e a Jesus, o Mediador de uma nova aliança, e ao sangue da aspersão, que fala melhor do que o de Abel". Hb 12.22-24.


i) Os doze anciãos da Nova Aliança do Cordeiro (Jesus).

Simbolicamente aparece no monte de Sião conforme Apocalípse 14: vv 1-5, o número dos 144.000 (12 x 12 x 1.000) representando a Nova Aliança, (não se trata dos Israelitas assinalados no capítulo 7 vv 1-8 de Apocalipse), pois, aqui representam os gentios, que não são das 12 tribos de Israel, porque seguem o Cordeiro (Jesus) para onde quer que vai, comprados de toda terra”. Estes "príncipes ou primícias" representam a Igreja Triunfante diante do trono quando for arrebatada, correspondendo ao número simbólico dos 12 apóstolos, (Ap 21.14). Assim diz a Palavra de Deus: “1E olhei, e eis que estava o Cordeiro (Jesus Ap 5.6-10) sobre o monte Sião, e com ele cento e quarenta e quatro mil, que em sua testa tinham escrito o nome dele e o de seu Pai. 2E ouvi uma voz do céu como a voz de muitas águas e como a voz de um grande trovão; e uma voz de harpistas, que tocavam com a sua harpa. 3E cantavam um como cântico novo diante do trono e diante dos quatro animais e dos anciãos; e ninguém podia aprender aquele cântico, senão os cento e quarenta e quatro mil que foram comprados da terra. Estes são os que não estão contaminados com mulheres; porque são virgens. Estes são os que seguem o Cordeiro (Jesus) para onde quer que vai. Estes são os que dentre os homens foram comprados (pelo sangue do Cordeiro, I Pe 1:18-20) como primícias para Deus e para o Cordeiro”.

ii) Jesus voltará com a Igreja, sobre o monte de Sião, para reinar como o Messias . Ler: Mt 24.29-44; 25.31-46; Ap 19.11-21. Observe que aqui (no monte de Sião) são os que foram comprados de toda terra, pertencentes a Igreja de Cristo Universal, isto é, somente os remidos pelo sangue de Jesus. O monte de Sião é um tipo da Igreja (Hb 12:22; I Pe 2:4-10), portanto, são os que foram tirados dentre os povos, (At 15:13-19), e não pertencem aos israelitas assinalados de cada tribo. É notório na Bilbia que os Israelitas (Judeus) que exigiram a crucificação de Jesus, (Ler: Mt 27.19-26; Mc 15.1-14; Lc 23.1-25; Jo 18.28-40 e 19.1-16), só vão reconhecê-Lo como o Messias, (Zc 12.9-10; 14.1-5), quando Ele voltar (parousia) para reinar, como disse Jesus conforme Mt 23.37-39.

O SIGNIFICADO SIMBÓLICO DAS 12 PEDRAS ERIGIDAS NO JORDÃO POR JOSUÉ:

iii) As outras 12 pedras que Josué erigiu no leito do rio Jordão. Representa os 12 apóstolos de Cristo, que foram revelados no livro de Apocalipse cap 21:14 e cap 14.1-5, que aparece no “Monte de Sião, a cidade, do Deus vivo, à Jerusalém celestial, ... à universal assembléia e Igreja dos primogênitos, que estão inscritos nos céus..., e a Jesus, (o Cordeiro de Deus), o Mediador duma Nova Aliança, o sangue da aspersão que fala melhor do que o Abel” Hb 12:18-(24).

iv) Este segredo ficou oculto até ao primeiro advento de Cristo. Observem que ficou em secreto a escolha das 12 pedras por Josué, pois, só seria revelado este mistério no Novo Testamento, isto é, após o primeiro advento de Cristo. Só no livro de Apocalipse – revelação de Jesus Cristo – é que foi revelado totalmente o mistério e o significado das 12 pedras do cap. 4 v 9 do livro de Josué, como acima resumidamente mencionamos.

v) Como o Mistério oculto foi reveldo ao apóstolo Paulo. Foi assim que o apóstolo Paulo explicou a revelação desse Mistério, dizendo: “(...) Se é que tendes ouvido a dispensação da graça de Deus (...) que me foi dada (...) este mistério manifestado pela revelação que me foi dado, (...) o qual noutro século não foi manifestado aos filhos dos homens, como agora tem sido revelado pelo Espírito pelos seus santos apóstolos e profetas, a saber: que os gentios são co-herdeiros de um mesmo corpo e participantes da promessa em Cristo pelo evangelho, e demonstrar a todos qual seja a dispensação do Mistério, que desde os séculos esteve oculto em Deus, que tudo criou”. Ef 3:1-9

vi) O fundamento da explicação do apóstolo Paulo. Finalmente o apóstolo Paulo, também, explicou em Ef 2:11-22, que “(...) agora em Cristo Jesus, tanto os gentios como Judeus formam o mesmo corpo, sendo concidadãos dos santos e da família de Deus, edificados sobre o fundamento dos apóstolos e dos profetas, de que Jesus Cristo é a principal Pedra de esquina”. A Pedra principal de esquina foi posta em Sião que é um tipo da Igreja, como está escrito, Rm 9:33: "Eis que eu ponho em Sião uma pedra de tropeço e uma rocha de escândalo; e todo aquele que crer nela não será confundido." (Ler: Sl 118_22-23. Is 28:16; Mt 16:18; At 4:11; ; I Pe 2:6-10).

vii) A revelação completa. Só vamos ver claramente esses 24 anciãos depois que o anjo tocar a sétima trombeta, a última (I Cor 15:51-54), conforme está escrito em Ap. 10.7, (...) "mas nos dias da voz do sétimo anjo, quando tocar a sua trombeta, se cumprirá o segredo de Deus, como anunciou aos profetas, seus servos, (Ap 11:15-19; 21:9-27), onde vemos expressamente registrado na Nova Jerusalém, – a esposa do Cordeiro – os nomes das 12 tribos de Israel nas 12 portas, e os nomes dos doze apóstolos nos 12 fundamentos na muralha da cidade celestial, – A Jerusalém Celestial – “cujo arquiteto e construtor é Deus”, como viu Abraão, nosso pai na fé, (Hb 11:10-14), representando os salvos do Velho e Novo Testamento, assim: “(...) porque esperava a cidade que tem fundamentos, (os apóstolos), da qual o artífice e construtor é Deus” (Hb 11:10).

REVELAÇÃO DA NOVA JERUSALÉM CELESTIAL:

viii) Revelação dada ao apóstolo João. Foi assim que o apóstolo João, também, viu na ilha de Pátmos a Nova Jerusalém formada tanto pelos Judeus como pelos gentios "comprados de toda terra pelo sangue de Jesus": Ap. 21.1-27. "(...) 2E eu, João, vi a Santa Cidade, a nova Jerusalém, que de Deus descia do céu, adereçada como uma esposa ataviada para o seu marido. 3E ouvi uma grande voz do céu, que dizia: Eis aqui o tabernáculo de Deus com os homens, pois com eles habitará, e eles serão o seu povo, e o mesmo Deus estará com eles e será o seu Deus. 4E Deus limpará de seus olhos toda lágrima, e não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor, porque já as primeiras coisas são passadas. (...) 9E veio um dos sete anjos que tinham as sete taças cheias das últimas sete pragas e falou comigo, dizendo: Vem, mostrar-te-ei a esposa, a mulher do Cordeiro. 10E levou-me em espírito a um grande e alto monte e mostrou-me a grande cidade, a santa Jerusalém, que de Deus descia do céu. 11E tinha a glória de Deus. A sua luz era semelhante a uma pedra preciosíssima, como a pedra de jaspe, como o cristal resplandecente. 12E tinha um grande e alto muro com doze portas, e, nas portas, doze anjos, e nomes escritos sobre elas, que são os nomes das doze tribos de Israel. 13Da banda do levante, tinha três portas; da banda do norte, três portas; da banda do sul, três portas; da banda do poente, três portas. 14E o muro da cidade tinha doze fundamentos e, neles, os nomes dos doze apóstolos do Cordeiro". (Ap 21.2-4, 9-14).

Conclusão.
Meu prezado leitor se você tem Jesus como seu suficente Salvador e Senhor, certamente, você também estará lá, como está escrito: Ap 22.14-17, "(...) 14Bem-aventurados aqueles que lavam as suas vestiduras no sangue do Cordeiro, para que tenham direito à árvore da vida e possam entrar na cidade pelas portas. 15Ficarão de fora os cães e os feiticeiros, e os que se prostituem, e os homicidas, e os idólatras, e qualquer que ama e comete a mentira.16Eu, Jesus, enviei o meu anjo, para vos testificar estas coisas nas igrejas. Eu sou a Raiz e a Geração de Davi, a resplandecente Estrela da manhã.17E o Espírito e a esposa dizem: Vem! E quem ouve diga: Vem! E quem tem sede venha; e quem quiser tome de graça da água da vida. (...) Ap 21.27, E não entrará nela coisa alguma que contamine e cometa abominação e mentira, mas só os que estão inscritos no livro da vida do Cordeiro". Amém.

quinta-feira, 29 de abril de 2010

A NOVA JERUSALÉM CELESTIAL (I)



NOVA JERUSALÉM CELESTIAL

Este tema é de suma importância para se entender as duas alianças, do Velho e Novo Testamento, os vinte e quatro anciãos e a Nova Jerusalém celestial como a esposa do Cordeiro, que é Jesus Cristo. Ler: Gl 4.21-31; Ap 21.9-27; 22.12-17).


Texto bíblico: "25Ora, esta Agar é Sinai, um monte da Arábia, que corresponde à Jerusalém que agora existe, pois é escrava com seus filhos. 26Mas a Jerusalém que é de cima é livre, a qual é mãe de todos nós. Gl 4.25-26.


i) O apóstolo Paulo fála-nos de duas Jerusalens, a saber:

A JERUSALÉM TERRENA:

1. A Jerusalém da terra que "agora existe". Correspondente ao monte Sinai da Arábia, que é "escrava com seus filhos", descendentes das 12 tribos de Jacó, escravos do jugo da Lei que foi dada a Moisés no monte Sinai, (Gl 4.25). Como está escrito: "9E viu Sara que o filho de Agar, a egípcia, que esta tinha dado a Abraão, zombava. 10E disse a Abraão: Deita fora esta serva e o seu filho; porque o filho desta serva não herdará com meu filho, com Isaque". Gn 18.9-10; (Gl 4.21-31), e,

A JERUSALÉM CELESTIAL:

2. A Jerujalém celestial, "que é a livre, a qual é a mãe de todos nós", os cristãos genuinos. (Gl 4.26).

O apóstolo Paulo descreve a Nova Jerusalém, para os Hebreus, assim: "22Mas chegaste ao monte Sião, e à cidade do Deus vivo, à Jerusalém celestial, e aos muitos milhares de anjos, 23à universal assembléia e igreja dos primogênitos, que estão inscritos nos céus, e a Deus, o Juiz de todos, e aos espíritos dos justos aperfeiçoados; 24e a Jesus, o Mediador de uma nova aliança, e ao sangue da aspersão, que fala melhor do que o de Abel". Vejamos a seguir:

ii) A BASE DA NOVA JERUSALÉM, A ESPOSA DO CORDEIRO

A revelação no livro de "Apocalipse" - "2E eu, João, vi a Santa Cidade, a nova Jerusalém, que de Deus descia do céu, adereçada como uma esposa ataviada para o seu marido. 3E ouvi uma grande voz do céu, que dizia: Eis aqui o tabernáculo de Deus com os homens, pois com eles habitará, e eles serão o seu povo, e o mesmo Deus estará com eles e será o seu Deus. Ap 21.2-3.

iii) PARALELISMO DO CAPÍTULO 4.1-8 DO LIVRO DE JOSUÉ E DO APOCALÍPSE - (Js 3.12; 4:1-9; Ap 7:1-9; 21:9-27)

Para compreenderrmos melhor esta revelação escatológica, é preciso se fazer um paralelismo hermeméutico referente estes dois textos bíblicos, entre Js 4.1-9 e Ap 21.9-27, e entender o paralelismo profético entre as 24 pedras tiradas do leito do rio Jordão, e os 24 anciãos do livro de Apocalipse, a saber:

iv) Orientação dada pelo Semhor a Josué. Seguindo à orientação do Senhor, foram levantadas vinte e quatro (24) pedras do leito do rio Jordão, sendo 12 por 12 homens um de cada tribo de Israel, no lugar dos pés dos sacerdotes, e mais doze pedras erguidas no leito do Jordão, somente, por Josué, (que quer dizer Salvador), tipificando Jesus e os doze apóstolos. Vejamos:

v) O paralelismo das 24 pedras. As 24 pedras em Js 4.1-9 correspondem aos 24 anciãos no livro de Apocalpse. (Ap 21.9-14)

Observe que se somando as 12 pedras representando as 12 tribos de Israel, mais as 12 pedras levantadas por Josué (um tipo de Cristo) no Jordão, (Js 4.9), da um total de 24 pedras, correspondendo aos 24 anciãos no livro do Apocalipse, (Ap 4:4; 5:14), sendo, respectivamente, os nomes das 12 tribos nas 12 portas e os nomes dos 12 apóstolos nos 12 fundamentos da nova Jerusalém no livro de Apocalipse (revelação de Jesus Cristo). (Ap 21:9-14). Portanto, só no Apocalipse é que aparece na Nova Jerusalém, a esposa do Cordeiro, a revelação do simbolismo das 24 pedras, e das duas alianças, respectivamente, do Antigo e Novo Testamento.

vi) PARALELISMO DAS 12 PRIMEIRAS PEDRAS TIRADAS DO RIO JORDÃO E AS 12 TRIBOS DE ISRAEL NO LIVRO DO APOCALIPSE. - A VELHA ALIANÇA.

a) As primeiras pedras. As doze primeiras pedras tiradas do leito do rio Jordão pelos prícipes de Israel: (Js 4.1-8), levantadas por 12 homens, um de cada tribo de Israel, simbolisa a Antiga Aliança com relação a Israel. Js 4:1-8

b) Representação simbólica das 12 tribos de Israel. Observemos que Deus orientou a Josué para que “escolhesse dentre o povo 12 homens, de cada tribo de Israel um homem” (Js 4:2) para retirar 12 pedras “do lugar onde estiveram parados os pés dos sacerdotes” (Js 4:3) que tinham a arca do concerto sobre seus ombros, como memorial aos filhos de Israel, correspondendo cada pedra a cada tribo de Israel.

c) A parada no meio do rio Jordão simbolisa a interrupção da aliança com Israel,
(Dn 9.26-27). Segundo a orientação do Senhor eles pararam no meio do rio e todo o Israel passou a pé enxuto (Js 3:17). Tendo todo o povo passado o Jordão, falou o Senhor a Josué dizendo: “(...) onde pararam os pés dos sacerdotes tomai 12 pedras; e levai-as para o alojamento, (Js 4:3). Chamou pois Josué 12 homens, um de cada tribo e disse-lhes, “cada um levante sobre o ombro uma pedra segundo o número das tribos de Israel; para que isto seja sinal entre vós, quando as águas do Jordão foram cortadas, serão para sempre memorial dos filhos de Israel". Portanto, as 12 pedras escolhidas por 12 homens de Israel, que foram tiradas onde estavam “os pés dos sacerdotes que levavam a arca do concerto”, representam um memorial das doze tribos de Israel. Veja que a arca da aliança estava parada, até que todo Israel passasse, significando que seria interrompido o tratamento de Deus com o povo de Israel, dando lugar a Nova Aliança quando Jesus fosse crucificado no primeiro advento como o Messias, conforme Dn 2.44-45. Ler: Mt 23.33-39; Lc 19.43-44; 21.24.

vii) REVELAÇÃO NO LIVRO DO APOCALIPSE DAS DOZE TRIBOS DE ISRAEL:

a) Revelação do simbolismo das 12 tribos de Israel. Estas 12 pedras correspondem aos nomes das 12 tribos de Israel vistos nas doze portas da Nova Jerusalém, as que o apóstolo João viu na revelação do Apocalipse, conforme Ap 21.12, assim: "12Tinha grande e alta muralha, doze portas, e, junto às portas, doze anjos, e, sobre elas, nomes inscritos, que são os nomes das doze tribos dos filhos de Israel".

b) O apóstolo João viu o número simbólico e representativo dos cento e quarenta e quatro mil selados de Israel, assim: Ap 7.1-8: "1Depois disto, vi quatro anjos em pé nos quatro cantos da terra, conservando seguros os quatro ventos da terra, para que nenhum vento soprasse sobre a terra, nem sobre o mar, nem sobre árvore alguma. 2Vi outro anjo que subia do nascente do sol, tendo o selo do Deus vivo, e clamou em grande voz aos quatro anjos, aqueles aos quais fora dado fazer dano à terra e ao mar, 3dizendo: Não danifiqueis nem a terra, nem o mar, nem as árvores, até selarmos na fronte os servos do nosso Deus. 4Então, ouvi o número dos que foram selados, que era cento e quarenta e quatro mil, de todas as tribos dos filhos de Israel: 5da tribo de Judá foram selados doze mil; da tribo de Rúben, doze mil; da tribo de Gade, doze mil; 6da tribo de Aser, doze mil; da tribo de Naftali, doze mil; da tribo de Manassés, doze mil; 7da tribo de Simeão, doze mil; da tribo de Levi, doze mil; da tribo de Issacar, doze mil; 8da tribo de Zebulom, doze mil; da tribo de José, doze mil; da tribo de Benjamim foram selados doze mil".

c) Esta revelação apocalípitica corresponde ao número simbólico e representativo das doze tribos de Israel. As doze primeiras pedras representam os nomes das doze tribos de Israel, (Ap.21:12) que aparecem no livro de Apocalipse no cap. 7.1-8, quando o anjo que “subiu da banda do sol nascente que tinha o selo do Deus vivo" assinalou a liderança dos filhos das doze tribos de Israel, de cada tribo 12.000”, (12 x 1.000); (Ex 18:21,25; Num cap 2; 10:1-10). Este número de 144.000 (12 x 12 x 1.000) corresponde aos “príncipes, os cabeças dos milhares de Israel”, remanescentes, (Rm 11.5-32), que representa a aliança do Velho Testamento, pois é mencionado nominalmente os nomes de cada tribo de Israel.

Este acontecimento se dará na tribulação após o arrebatamento da Igreja Triunfante que é a esposa do Cordeiro (Jesus). (Mt 24.4-31; Ap 6.1-17; 7.1-8). Aqui só tem israelitas assinalados, não tem nenhum gentio, pois, a igreja (ekkelsia) será trasladada antes da tribulação. A Igreja é formada dentre as nações gentílicas, constituida pelos salvos da "Nova Aliança" firmada no sangue de Jesus (o Cordeiro), como está escrito em At 15.13-14, referente ao primeiro concílio realizado em Jerusalém: " (...) E, havendo-se eles calado, tomou Tiago a palavra, dizendo: Varões irmãos, ouvi-me. Simão (Pedro) relatou como, primeiramente, Deus visitou os gentios, para tomar deles um povo para o seu nome". Ler: At. 15.13-18. Isto (sobre a Igreja) veremos na próxima postagem sobre as 12 pedras que Josué levantou no meio do Jordão simbolisando os 12 apóstolos de Cristo. (Continua na próxima postagem) >>>



quarta-feira, 28 de abril de 2010

Perseverar na sã doutrina dos apóstolos



PERSEVERAR NAS TRADIÇÕES E NA DOUTRINA DOS APÓSTOLOS.

Texto básico: "E perseveravam na doutrina dos apóstolos, e na comunhão, e no partir do pão, e nas orações". At 2.42.

Introdução - Com a nova era "pós-modernidade", surgiu uma tendência às rápidas mudanças, como sendo um rolo compressor sufocando cada vez mais, rapidamente, os valores éticos tradicionais sedimentados na igreja e na sociedade, implantando em contraposição uma "nova ordem" pluralista, relativista e vulnerável. Neste contexto onde a igreja está inserida, se não ficar firme na doutrina dos apóstolos e nas suas tradições evangélicas, com embasamento numa profunda convicção doutrinária, os menos informados correm o risco de apostatarem da fé genuina e verdadeira seguindo às heréticas falsas doutrinas . Por isto que o apóstolo Paulo exorta, assim: 2ª Tm 4.3-4 - (...) "Porque virá tempo em que não sofrerão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências; e desviarão os ouvidos da verdade, voltando às fábulas. "

Como devemos fazer para permanecermos fiéis? Vejamos alguns conselhos com base na Palavra de Deus:

i. Permanecer firme na fé e na doutrina. Como escreveu o mestre Judas irmão de Tiago contra os ímpios e falsos mestres, assim: Jd v 3 "Amados, procurando eu escrever-vos com toda a diligência acerca da comum salvação, tive por necessidade escrever-vos e exortar-vos a batalhar pela fé que uma vez foi dada aos santos". Ler: Jd vv 3-13.

ii. Reter as tradições apostólicas e evangélicas. Segundo o dicionário de Aurélio tradição quer dizer: "Ato de transmitir ou entregar. Trasmissão de valores espirituais através de gerações". Aqueles que querem mudar a qualquer custo as tradições e valores éticos e espirituais, cedendo às pressões sociais, sempre, introduzem heresias contrariando os ensinos de Jesus e de seus apóstolos, invertendo a ordem estabelecida. Como está escrito na epístola de Judas: (...) "Porque se introduziram alguns, que já antes estavam escritos para este mesmo juízo, homens ímpios, que convertem em dissolução a graça de Deus e negam a Deus, único dominador e Senhor nosso, Jesus Cristo." Jd v4. Como escreveu o apóstolo Paulo: "Então, irmãos, estai firmes e retende as tradições que vos foram ensinadas, seja por palavra, seja por epístola nossa". 2ª Ts 2.15.

iii. Reter tudo o que foi ensinado por Jesus e pelos apóstolos. A ordem de Jesus é para acautelar-se contrra os falsos mestres, assim: Mt 7. 15. "Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas interiormente são lobos devoradores. 16Por seus frutos os conhecereis". E mais o seguinte: (...) Mt 7. 24 "Todo aquele, pois, que escuta estas minhas palavras e as pratica, assemelhá-lo-ei ao homem prudente, que edificou a sua casa sobre a rocha. E desceu a chuva, e correram rios, e assopraram ventos, e combateram aquela casa, e não caiu, porque estava edificada sobre a rocha. E aquele que ouve estas minhas palavras e as não cumpre, compará-lo-ei ao homem insensato, que edificou a sua casa sobre a areia. E desceu a chuva, e correram rios, e assopraram ventos, e combateram aquela casa, e caiu, e foi grande a sua queda." Como disse o apóstolo Pedro, que os falsos mestres introduzem ocultamente heresias: "2ª Pe 2.1-3. E também houve entre o povo falsos profetas, como entre vós haverá também falsos doutores, que introduzirão encobertamente heresias de perdição e negarão o Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina perdição. E muitos seguirão as suas dissoluções, pelos quais será blasfemado o caminho da verdade; e, por avareza, farão de vós negócio com palavras fingidas; sobre os quais já de largo tempo não será tardia a sentença, e a sua perdição não dormita".

iv. Que seja pela Palavra registrado nos evangelhos. Mt 24.35. Disse Jesus: " O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras não hão de passar". Jo 14.23-24. "Jesus respondeu e disse-lhe: Se alguém me ama, guardará a minha palavra, e meu Pai o amará, e viremos para ele e faremos nele morada. Quem não me ama não guarda as minhas palavras; ora, a palavra que ouvistes não é minha, mas do Pai que me enviou". (...) Jo 17.14-17. "Dei-lhes a tua palavra, e o mundo os odiou, porque não são do mundo, assim como eu não sou do mundo. Não peço que os tires do mundo, mas que os livres do mal. Não são do mundo, como eu do mundo não sou. Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade." (...) Ap 22.18-19. "Porque eu testifico a todo aquele que ouvir as palavras da profecia deste livro que, se alguém lhes acrescentar alguma coisa, Deus fará vir sobre ele as pragas que estão escritas neste livro; e, se alguém tirar quaisquer palavras do livro desta profecia, Deus tirará a sua parte da árvore da vida e da Cidade Santa, que estão escritas neste livro".

v. Que seja pelas epístolas doutrinárias dos aopóstolos. O apóstolo Paulo insiste a Timoteo com juramento contra os desvios doutrinários, assim: 2ª Tm 4.1-4. "Conjuro-te, pois, diante de Deus e do Senhor Jesus Cristo, que há de julgar os vivos e os mortos, na sua vinda e no seu Reino, que pregues a palavra, instes a tempo e fora de tempo, redarguas, repreendas, exortes, com toda a longanimidade e doutrina. Porque virá tempo em que não sofrerão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências (cobiças); e desviarão os ouvidos da verdade, voltando às fábulas" (...) "Tem cuidado de ti mesmo e da doutrina; persevera nestas coisas; porque, fazendo isto, te salvarás, tanto a ti mesmo como aos que te ouvem". 1ª Tm 4.16.

vi. Que seja pelos ensinos pioneiros na mensagem pura do Evangelho. Exemplo dos ensinamentos dos apóstolos: At 2.42-43. "E perseveravam na doutrina dos apóstolos, e na comunhão, e no partir do pão, e nas orações. Em cada alma havia temor, e muitas maravilhas e sinais se faziam pelos apóstolos". (...) "Então, irmãos, estai firmes e retende as tradições que vos foram ensinadas, seja por palavra, seja por epístola nossa". 2ª Ts 2.15.

Conclusão. O princípio importante e prioritário é, e será sempre, permanecermos fiéis às tradições recebidas dos apóstolos, e aos ensinos de nosso Senhor Jesus Cristo registrados nas Santas Escrituras que são o nosso referencial insubistituível, imutável, eterno, e básico da nossa fé cristã, como disse o apóstolo Paulo: "De sorte que a fé é pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Deus". Rm 10.17. Amém.